
Além da qualidade do adversário, que costuma ser dominante jogando em casa, o Inter terá uma preocupação extra para encarar o Melgar, do Peru, em Arequipa, a partir das 19h15, pela ida das quartas da Sul-Americana: a altitude de 2.335m. Sobre este tema, o produtor da Rádio Gre-Nal, Leonardo Sonda, fez um levantamento do time gaúcho jogando nestas condições em sua história.
O cálculo mostra que o Inter, atuando acima de 2 mil metros de altitude, venceu três vezes, empatou outras três e perdeu quatro.
“Colorado disputou 11 partidas com altitudes superiores a 2.000 metros na sua história. O retrospecto nestas condições: 3 vitórias, 4 empates e 4 derrotas, 14 gols marcados (média de 1,27 por partida) e 16 gols sofridos (média de 1,45 por partida)”, divulgou o comunicador.
As maiores altitudes enfrentadas foram na Bolívia, onde, neste recorte recente, o Inter se divide entre fracassos e glórias. A última experiência foi na estreia da Conmebol Libertadores de 2021, sob comando do espanhol Miguel Ángel Ramírez, com derrota de 2×0 para o Always Ready, da Bolívia, com 3.640m de altitude.
Naquela noite, Ramírez escalou o time da seguinte maneira: Marcelo Lomba, Heitor, Zé Gabriel, V. Cuesta, Moisés, R. Dourado, Edenilson, Caio Vidal, Maurício, Carlos Palacios e Thiago Galhardo.
Dois outros jogos na Bolívia são emblemáticos neste período. Com os mesmos 3.640m, o Inter, com gol de Gilberto quase no fim da partida, buscou um importante empate em 1×1 com o The Strongest, em 2012, garantindo ponto decisivo para a classificação às oitavas da Conmebol Libertadores, onde cairia para o Fluminense:
Também na Bolívia, com 2.574m, no ano anterior, o Inter de Leandro Damião fez bonito e virou para cima do Jorge Wilstermann por 4×1 também pela fase de grupos da Conmebol Libertadores. O artilheiro marcou um e deu assistência na goleada:









