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Ex-meia do Inter diz que presenciou Dunga dando soco na parede e conta quando tirou D’Alessandro do sério

Vitor Júnior, meia de breve passagem pelo Inter em 2013, revelou novas histórias coloradas da época

Após realizar um bom Brasileirão de 2012 pelo Botafogo, o meia Vitor Júnior, que é gaúcho de Porto Alegre, teve a oportunidade de ir para o Inter no ano seguinte e se deparou com um badalado elenco de nomes como D’Alessandro, Juan, Rafael Moura, Willians e Forlán, eleito melhor da Copa de 2010 pelo Uruguai. Sobre a convivência com o uruguaio nos treinamentos, Vitor conta que poucas vezes presenciou um finalizador melhor:

“Era absurdo esse cara finalizando. A gente fazia trabalho de conclusão de perna direita e de perna esquerda. Ele era um absurdo. Já estava mais velho, mas a qualidade para finalizar era impressionante. Era mais retraído, mais na dele, não gostava muito da resenha. Ele ficava mais com os gringos, com Bolatti, D’Alessandro, Dátolo. Mas era super humilde sim, cumprimentava todo mundo, só que era mais na dele”, comentou em entrevista ao Charla Podcast.

Na época, o Inter era treinado por Dunga, que, segundo Vitor Júnior, “só tem a cara de mau”. O meia garante que o treinador gostava da resenha e tinha seus momentos brincalhões com o grupo. Exceto quando “socava a parede” e se irritava com Willians, por exemplo:

“Dunga tem só a cara de mau. Mas é um cara sensacional, que protege muito o jogador. Ele blinda o grupo. Falava pra nós: ‘Façam o que eu peço, que a responsabilidade é minha’. Cara correto demais. Não deixava que nada do ambiente externo atrapalhasse o grupo. E ele é brincalhão também. Mas vi ele dando soco na parede também. Era chuva grossa. Pegava pesado. O Willians, ex-Flamengo… a marcação do Dunga era bem próxima (risos)”, declarou.

D’Alessandro saiu do sério

O jogo que motivou o Inter a olhar Vitor Júnior mais de perto foi uma vitória do Botafogo por 2×1 no Beira-Rio pelo Brasileirão de 2012. Nesta partida, o então meia botafoguense conta ter tirado D’Alessandro do sério:

“Toda minha família é do Sul e é colorada. Me preparei muito pra aquele jogo no Beira-Rio. Nunca tinha jogado contra o Inter ali. Ganhamos com o Botafogo de 2×1 e eu arrebentei. Guiñazu nem me achava, ficava louco. Aí em uma bola eu toco e viro a cara pro outro lado. O D’Alessandro se irritou: ‘Para de graça, moleque’. Já veio empurrando. E eu disse pra ele que eu que mandava no RS (risos). Aí no ano seguinte vou pro Inter e a primeira pessoa que encontro na concentração é o D’Ale. Me cumprimentou meio seco assim. Mas depois, na convivência, tu vai vendo que o cara é exemplo, é líder. Como eu era meia, assistia ele jogar (do banco)”, relembrou.

Sem muito espaço no colorado, Vitor deu sequência na carreira logo no mesmo ano em outros times como Coritiba e Figueirense.

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