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Alfinetada da esposa e conversa inusitada com frentista: as histórias contadas por Roger após vitória do Grêmio

Treinador gremista, satisfeito com o resultado, deu uma coletiva bem mais leve aos jornalistas

A leveza marcou a coletiva de imprensa do técnico Roger Machado logo após Grêmio 2×0 Novorizontino, na Arena, nesta terça-feira. Feliz com o resultado, que quebrou uma série de cinco partidas sem vencer na competição, o treinador até se permitiu brincar com os repórteres e fez uma revelação bem curiosa envolvendo a sua própria esposa.

O contexto da situação citada por Roger é a constante ameaça de demissão que circula ao redor dos treinadores do futebol brasileiro:

“Quando eu levo uma roupa a paisana, uma calça diferente, um sapato diferente na mala, a minha esposa já sente que as coisas não estão tudo bem. Ela já sabe que tem algo errado (risos)”, brincou o treinador, que aliviou a pressão no cargo após a vitória.

Um outro episódio relacionado ao mesmo tema foi vivido por Roger na última semana ao ir em um posto de gasolina abastecer o carro:

“O frentista perguntou se eu ia sair. Perguntei se era do meu emprego que ele falava e ele disse que sim. Eu inverti: ‘Imagina todo dia no posto que tu trabalha, e eu, como motorista, perguntando se tu perderia o emprego’. Perguntei se seria legal e ele concordou que não”, relatou.

Ainda em 5° lugar na Série B, o Grêmio se encontra com 17 pontos, um a menos que o Sport, rival da segunda-feira que vem, fora de casa, às 20h.

Confira mais falas de Roger Machado na coletiva:

“Thiago Santos pode ter sequência no time, sim. Ele não vivia boa fase assim como o time. Ele ficou marcado pelo rebaixamento. Mesmo sendo mais experiente, ele também sente. Naquela minha chegada, foi importante tirar o Thiago da pressão externa. Ele vem fazendo treinos muito bons. Mas o treinador precisa saber escolher o momento de colocar o atleta contestado. Algumas vezes é até melhor fora de casa, como fizemos contra o Vasco. Hoje saiu aplaudido”
.
“A atividade aberta de domingo… na verdade, culpa foi minha. Por que? Eu sempre valorizei o trabalho da imprensa e meus treinos estavam fechados. As cobranças acontecem com frequência. Domingo foi aberto. Só que geralmente esses treinos são fechados para não repercutir. Já vi que precisarei selecionar mais para que não aconteça mais vezes. Quem conviveu no campo suplementar do Olímpico sabe como o treinador cobra. Mas farei de forma mais privada”
.
“Sempre tentamos deixar o ambiente interno tranquilo. Mas não conseguimos blindar completamente. A ansiedade gera erros. Foi uma vitória importante. Agora são cinco jogos de invencibilidade e muda a linha de raciocínio. Foi uma partida do mesmo nível do jogo contra o Vasco. Competimos muito e criamos oportunidades. Tem coisas a ajustar, mas fizemos bom jogo”

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