
NA BRONCA
Posição da cabine, espaços apertados, colegas falando alto, desorganização… não são poucas as reclamações de Galvão Bueno em meio à cobertura do seu 14° Mundial nos Estados Unidos, o que lhe vem causando ainda mais surpresa. Em transmissão recente pelo SBT, chegou a dizer que em 1994, quando o Brasil ganhou o tetra, o trabalho de imprensa não era tão desorientado assim.
Em novo vídeo, ao ser perguntado qual o estádio “mais legal” que ele esteve em uma Copa do Mundo, ele aproveitou para novamente cutucar a organização feita nos Estados Unidos ao longo da atual Copa de 2026, que também tem México e Canadá como sedes.
“Não sendo nos Estados Unidos, qualquer um. Porque eu nunca vi uma bagunça tão grande, uma coisa tão mal feita para a gente trabalhar do que essa Copa nos Estados Unidos”, disparou o lendário comunicador.
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No segundo jogo do Brasil, que teve vitória de 3×0 sobre o Haiti ainda pela fase de grupos, Galvão criticou o espaço da cabine e a dificuldade de visualizar o campo. No final, reclamou da presença de outro profissional de imprensa de pé atrapalhando a sua visão.
“Eu nunca imaginei que viesse fazer uma Copa nos Estados Unidos, em 94 não era assim não, era local decente para se trabalhar… hoje, país número um do mundo, com essa coisa horrível que é a posição de comentário. Eu quero confessar a vocês que eu enxergava de um quarto do campo para lá. O resto era no monitor. Aí depois um cara resolveu levantar na minha frente na hora que o Brasil ia fazer o gol”, comentou Galvão, que vem fazendo os jogos ao lado dos comentaristas Mauro Beting e Alexandre Pato.
Se serve de alento, Galvão está podendo comemorar o fato de ter narrado o seu 100º gol da Seleção Brasileira em Copas. Isso aconteceu na última quarta-feira, como Vini Jr, no triunfo de 3×0 sobre a Escócia. A próxima missão de Galvão nos EUA será narrar Brasil x Japão, segunda-feira, 14h, pela fase já eliminatória de 16 avos de final.









