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Pode ficar no Grêmio? Com contrato somente até dezembro, Rafinha diz que está “muito feliz” no clube

Lateral-direito destacou que está feliz no clube mesmo com a situação contra a zona do rebaixamento

Apesar de admitir estar vivendo uma “situação nova” na carreira com briga contra o rebaixamento e também protestos da torcida, Rafinha garante estar “muito feliz” no Grêmio indicando que vê com bons olhos uma eventual renovação para 2022 – ele é um dos atletas do elenco com contrato somente até dezembro deste ano.

Em entrevista coletiva virtual dada na tarde desta quarta-feira, o jogador falou da importância de terminar o ano bem para depois “projetar o que tiver que projetar” para a próxima temporada.

“Eu não gosto de fazer média, mas estou muito feliz aqui. Sei da minha qualidade e da grandeza do Grêmio. Vou lutar por esse clube enquanto estiver chance. Estou sempre bem fisicamente, estou feliz. Espero que a gente termine o ano bem e ano que vem projete o que tiver que projetar”, comentou.

Rafinha chegou no Grêmio ainda no início da temporada por incentivo do então técnico tricolor Renato Portaluppi e algumas lideranças do elenco como Geromel e Maicon. Em um primeiro momento, o presidente Romildo Bolzan Jr era contra esta contratação.

Após um período como titular, ele perdeu a posição para Vanderson e agora vem tendo sequência sob comando de Luiz Felipe Scolari na lateral-esquerda sendo inclusive capitão do time nas últimas partidas. Confira mais falas de Rafinha em sua coletiva:

“A gente sabe que o momento não é dos melhores, mas é o que eu sempre digo: nada justifica uma ação como recebemos hoje. O torcedor tem direito de cobrar, de xingar, vaiar, tudo bem, sem problemas. Mas partir para o outro lado, jogando pedra, tocando fogos de artifício, quebrando carros de funcionários, aí foge da legitimidade. Somos seres humanos. A gente entende o desconforto da torcida e a frustração, mas aqui ninguém está brincando. Todos nós estamos lutando para tirar o Grêmio dessa situação. Eu sou a favor das cobranças, mas não dessa forma. Isso prejudica a gente. Ficamos bem tristes, porque não é o que a gente quer”
.
“É uma situação nova para mim, mas estou no Grêmio e estou no mesmo barco que os que estão aqui. Estamos fazendo tudo o que é possível nos jogos. Ganhamos duas vezes, depois fomos maravilhosos no 1° tempo contra o Flamengo e perdemos em um placar que não foi justo pelo que foi o jogo. Depois, contra o Corinthians, aquela derrota que o torcedor viu como foi. Todos os dias a gente trabalha da melhor forma e se aplica para não ser surpreendido nas partidas. O Corinthians chegou uma vez no gol e fez o gol. Foi um banho de água fria”
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“Todo mundo aqui tem uma carreira e a gente sabe da paixão dos torcedores. Eles não querem o time assim, mas nós também não. A forma de protestar tem limite. Esse lado da agressão e de que pode machucar alguém foge dos padrões. Não justifica nada. Não há o direito de jogar pedra ou foguetes na gente. Não concordo. Somos seres humanos. A torcida tem outras maneiras de cobrar. Assim prejudica a gente”
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“Foi uma situação triste. Um grande amigo. Maicon foi um dos responsáveis pela minha vida ao Grêmio. Líder, com história brilhante pelo clube. Um coração nota mil. Que fez tanto por esse clube. Quem sou eu para falar dele aqui no Grêmio? Mas é uma perda muito grande. Ele nos ajudaria muito em campo. Tem muita qualidade. Para mim, um dos melhores meio-campistas do Brasil. Ele tomou a decisão, assim como o clube. Eu sinceramente não sabia, pois tivemos esses dias de folga agora. E eu torço para que ele seja muito feliz. Ele é um dos símbolos do Grêmio”

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