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Prefeito de Porto Alegre quer solução para que Olímpico não vire “problema” para a cidade; Grêmio se manifesta

Antigo estádio gremista segue em situação delicada principalmente envolvendo o seu entorno

Preocupado em não criar um novo “problema para a cidade”, o prefeito Sebastião Melo espera construir uma solução conjunta com o Grêmio e OAS para o Estádio Olímpico, que tem situação degradante sem receber jogos oficiais há 9 anos. Parado, o “Velho Casarão” se tornou razão de preocupação para os moradores das redondezas, que alegam falta de segurança na localidade.

“O assunto está judicializado, mas quem está pagando o pato é a cidade. E eu tenho conversado com o Grêmio, através do vice-prefeito, para encontrarmos a solução. Quem responde por aquele terreno, Grêmio ou a OAS? O nosso governo é de muito diálogo e temos que encontrar uma solução. Eles não podem criar um problema para a cidade. Se eles têm uma demanda que ainda vai demorar um tempo, precisam cuidar do espaço, limpar, estar bem cercado, cortar a grama e ter segurança”, disse Melo em entrevista publicada pelo site GZH.

Pelo acordo feito entre Grêmio e OAS, a “troca de chaves” só irá ocorrer quando o projeto da Arena for totalmente concluído. O sensível tema foi diversas vezes tratado em reuniões e audiências com o presidente Romildo Bolzan Jr, que já esteve mais otimista sobre a compra da Arena do que agora.

“Não é o governo impor, mas não podemos receber pedidos de providências em um espaço que é privado. O privado tem que responder pelo privado, o público pelo público, e juntos construirmos uma cidade melhor”, ampliou Melo.

Grêmio se manifesta

Em comunicado, o Grêmio diz que o acontece no entorno do estádio é de responsabilidade dos agentes públicos da cidade:

“Estamos sempre atentos a qualquer situação de depredação e invasão do espaço. Porém, a área de cobertura do estádio é extensa e não há como evitar ações que fogem do nosso controle. Há, no entanto, moradores em extrema vulnerabilidade social no entorno do estádio e cabe aos órgãos públicos competentes dar assistência necessária, evitando, assim, situações de degradação no Olímpico ou em qualquer outro espaço público ou privado da cidade”.

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