Ex-dirigente do Grêmio detona Renato e pede “hierarquia” no clube: “Estão indo para o buraco”

Nestor Hein, que era da área jurídica da gestão anterior, fez duras críticas ao treinador

Em participação nos últimos dias no Cadeira Cativa, da Masper TV, em programa comandado pelo jornalista Luiz Carlos Reche, o ex-dirigente jurídico do Grêmio, Nestor Hein, detonou a postura do técnico Renato Portaluppi e pediu o fim daquilo que chamou de “ciclo maldito” no clube. Ele afirmou que o treinador “faz o que quer” e que está faltando hierarquia por parte dos atuais dirigentes.

“Quando é que esse ciclo vai acabar e o Grêmio vai ter hierarquia? Por mais alto que seja o nosso posto em uma empresa, nós devemos satisfações. Mas o Renato não dá satisfação para ninguém. Eu quero o bem do Grêmio, mas eu vi o sofrimento do Romildo e agora está se desenhando o sofrimento do Guerra. A direção não percebe que está indo para o buraco com esse combo maldito. ‘Ah, mas o Renato é assim’. Não é, no Flamengo não foi. Quando o Maicon saiu do Grêmio, ele pediu o Maicon para o Marcos Braz e o Braz disse não, porque quem contrata no Flamengo é ele”, disse Nestor.

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Neste aspecto, Hein também criticou a recente decisão do Grêmio de ser o mandante contra o Botafogo em Cariacica, no Espírito Santo, distante do seu torcedor. O jogo terminou 2×1 para os cariocas e o tricolor foi parar na zona do rebaixamento do Brasileirão.

“Mas no Grêmio o Renato faz o que quer. Manda embora médico, manda embora preparador de goleiros, não estimula a base. Não quero mais isso, porque o Renato não entrega um trabalho compatível com os jogadores que tem. A turma é curta, mas tem no mínimo 10 times brasileiros com menos plantel que o Grêmio. Ele tem material humano para fazer mais e não faz. Jogar em Cariacica? Podendo jogar em Caxias, em Santa Catarina. O Renato manda no Grêmio e vocês sabem quem queria ficar no Rio de Janeiro”, disse Hein, antes de ampliar:

“Era assim no nosso tempo e eu estou vendo acontecer de novo o mesmo filme de terror. Aí ele vai embora, o time cai e depois ele volta para salvar. Sim, mas os jogadores são indicações dele. Contratações por ele e, normalmente, contratações pífias. ‘Eu quero esse, outro não aceito’. Mas como não aceita! Tu é funcionário do clube. Agora, ele ligar para jogador e contratar? As coisas estão muito mal no Grêmio. Preocupante. Espero que o clube se dê conta porque a dor depois é imensa”.

As falas de Nestor Hein sobre Renato no Grêmio

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