
Já afastado pela CBF assim como toda a equipe da cabine, o árbitro de vídeo, Emerson de Almeida Ferreira, irritou a torcida do Grêmio por não ter alertado o juiz de campo do pênalti em toque no braço de Yuri Alberto. O lance desta segunda-feira, pelo Brasileirão, na Neo Química Arena, em São Paulo, marcou o empate em 4×4 contra o Corinthians e gerou diversos desdobramentos sobre arbitragem.
A coincidência é que Emerson de Almeida também era o VAR no jogo do mês passado entre Inter 0x1 Fortaleza, no Beira-Rio, em que a torcida colorada e a direção reclamaram de pênalti em Aránguiz na parte final do segundo tempo. O clube gaúcho protestou contra a CBF posteriormente – na ocasião, o árbitro de campo era o carioca Yuri da Cruz.
Outro jogo que Almeida também comandou o VAR envolvendo o Inter foi o empate sem gols contra o Bragantino, fora, na reestreia do técnico Eduardo Coudet. Na ocasião, o time gaúcho reclamou de pênalti de Léo Ortiz em Enner Valencia:
CBF reconheceu que Grêmio foi prejudicado
O ex-árbitro Péricles Bassols, gerente técnico do VAR pela CBF, se manifestou nesta terça-feira admitindo que o Grêmio foi prejudicado:
“Aos 49 minutos da segunda etapa, o atleta número 9 da equipe de branco e preto, em ação de bloqueio, com o braço em posição antinatural e aumentando seu espaço corporal, intercepta um cruzamento à área. O bloqueio da bola com o braço nesta ação caracteriza a infração de pênalti, portanto uma penalidade deveria ser marcada no campo de jogo. E quando não marcada, o VAR deveria recomendar revisão para tal ação”, comentou Bassols.


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