A frase dita por Magrão para Enner Valencia durante a confusão após Inter 2×2 Corinthians

Gerente Esportivo do Inter acabou sendo empurrado pelo centroavante neste sábado

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A repercussão de Inter 2×2 Corinthians, no Beira-Rio, neste sábado, pelo Brasileirão, envolveu muito mais a confusão entre Enner Valencia, Luiz Adriano e Magrão do que propriamente o jogo em si, que representou o sexto duelo seguido sem vitórias coloradas no campeonato – Cruzeiro, Fluminense, Palmeiras, Bragantino e Cuiabá, anteriormente. Assim que o juiz apitou o fim do duelo, o equatoriano foi tirar satisfações do camisa 9 e no fim quem levou a pior foi o dirigente.

Enner Valencia, segundo o volante Gabriel, foi questionar uma cobrança de Luiz Adriano em relação a posicionamento de jogo e ambos foram vistos se desentendendo. Nisso, Magrão entra no gramado para afastar e conversar com o equatoriano, que tira os braços do dirigente de si. Depois, retorna em sua direção e o empurra na altura do peito, fazendo o antigo volante colorado se desequilibrar.

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Presente na cobertura do jogo para os canais Premiere e SporTV, o repórter Jeremias Wernek estava perto no momento da confusão e relatou, em coluna no site GZH, uma das frases ditas por Magrão no meio do desentendimento com o camisa 13:

“O ex-volante aguardou Valencia do lado de fora do gramado e colou a mão no ombro do camisa 13. Valencia se esquivou e manteve o passo rápido e irritado. “Não podemos nem conversar?”, perguntou Magrão ao ver o equatoriano sair andando. Foi quando Valencia ouviu algo, parou e voltou a andar em direção ao dirigente do Inter. A guinada no rumo foi para dar um empurrão. Leonardo Martins, preparador de goleiros, conteve o equatoriano, que aí sim entrou no túnel rumo ao vestiário”, relatou o jornalista.

Curiosamente, Enner Valencia entrou apenas no final do jogo e deu a assistência para o próprio Luiz Adriano empatar o jogo em gol de cabeça. O equatoriano foi preservado assim como Alan Patrick, Wanderson e Aránguiz, que só entraram no decorrer – na terça, 21h, o Inter joga a sua vida na volta das oitavas da Libertadores contra o River Plate, precisando reverter o 2×1 sofrido no Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, na última semana.

O que foi dito sobre o atrito envolvendo Magrão, Enner Valencia e Luiz Adriano:

Gabriel:Conversamos, está tudo certo. Primeiramente, dentro de campo todos ficam de cabeça quente. Até pela maneira que acabou o jogo, um jogo que nos tirou muita coisa, mas está tudo certo. Botamos a cabeça no lugar. Para você tomar decisão ou falar alguma coisa, tem que estar com a cabeça fria. Está tudo certo, tudo tranquilo, viramos a chave do Brasileirão para a Libertadores na terça-feira

Mauricio:Eu não vi no campo, só vi um tumulto depois e as pessoas comentando. Mas a gente resolve internamente, somos unidos. Tem vezes que cobramos um companheiro, não conseguimos falar ‘fecha aqui, por favor’, a gente fala de forma mais ríspida. Mas controlamos bem no vestiário. Se eu falar alguma coisa eu vou estar mentindo, não sei o que gerou isso, mas deixamos tudo isso para trás. Eles conversaram depois do jogo sim, mas eu não estava junto. O Enner conversou com o Luiz e estavam tranquilos

Bruno Henrique:No futebol é muito normal que ocorram discussões mais quentes. A discussão aconteceu entre o Enner e o Luiz, mas já se resolveu. No vestiário mesmo eles se acertaram. Discussões assim acontecem durante todo o jogo, às vezes a câmera pega

Eduardo Coudet:Não sei exatamente o que aconteceu entre o Magrão e o Enner. Estava no vestiário. Luiz e Enner estão tranquilos, discutiram algo do jogo e já se abraçaram no vestiário

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