
ENTREVISTA
Em nova entrevista concedida à Rádio Gaúcha, o ex-volante Paulo Cesar Tinga falou do seu desejo de ajudar o Inter fora de campo e do plano da construção de um novo CT para o clube. Ele gostaria de liderar uma equipe com outros empresários dispostos a isso, assim como ele vê acontecer de forma muito constante no rival Grêmio:
“O Grêmio toda hora tem o cara do pão, da farmácia, do arroz, todo mundo aparece para ajudar. E por que isso não acontece no Inter? Talvez pela falta de confiança. Agora, tu tendo o Abel e o Fabinho ali dentro, pode ser um momento para conectar as pessoas. Eu, como empresário, não ajudaria a comprar jogador. O que eu gostaria e vou trabalhar para fazer é um CT, o melhor do Brasil, naquela orla. É chamar 10 cabeças aí, cada um bota uma estaleca e vamos fazer”, contou Tinga.
Empresário de diferentes áreas desde que parou de jogar, Tinga ainda teve uma breve passagem pelo Cruzeiro como executivo de futebol em 2017. De lá para cá, já foi sondado para voltar ao Inter em cargo diretivo, o que nunca aconteceu.
+ Ex-Inter tem Roger como referência para a carreira de treinador: “Tática dele não vi na Europa”
Tinga relembra Fernandão
Na mesma entrevista, Tinga ainda falou do sentimento estranho de ter enfrentado Fernandão como jogador do São Paulo na semifinal da Conmebol Libertadores de 2010:
“Foi estranho, não da nossa parte, mas ver ele totalmente constrangido. Ele queria estar conosco. Ele tentou voltar, mas não deu certo a negociação e ele acabou sentindo. No primeiro jogo, eu não joguei. Quando ele entrou em campo, era um sentimento estranho, que não parecia ser real. Aquela camisa estava estranha. Foi um cara fantástico para jogar junto”, finalizou.
+ O melhor jogador do atual elenco do Inter na visão de Paulo Pezzolano
Siga o Inter no nosso canal do WhatsApp
Receba as notícias do Inter direto no WhatsApp. É rápido, grátis e sem spam.
Ao clicar no botão, você aceita os Termos de Serviço do WhatsApp.








