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Presidente do Grêmio descarta Mina, confirma saída de jogador e elogia Renato: “Relação ótima”

Atual presidente gremista Alberto Guerra tratou de vários temas em nova entrevista

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Horas antes da partida diante do Huachipato, pela segunda rodada da fase de grupos da Conmebol Libertadores, na Arena, o presidente do Grêmio, Alberto Guerra, deu entrevista ao programa Globo Esporte e atualizou temas importantes vinculados ao clube. Ele admitiu a necessidade de reforços, principalmente no setor defensivo do atual elenco liderado por Renato Portaluppi.

Até porque, em breve, o Grêmio estará liberando Bruno Uvini em definitivo para o Vitória, da Bahia, que também disputará a Série A do Brasileirão a partir do próximo final de semana. E, segundo Guerra, o nome do colombiano Yerry Mina, ex-Palmeiras e atual Cagliari, da Itália, está descartado no momento.

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“Estamos perdendo um zagueiro. O Uvini está indo para o Vitória. Por questão numérica, nós temos que contratar. Tem nome, mas não é o Mina. Estamos trabalhando. Estamos atentos ao mercado. Todos os clubes estão vasculhando o mercado”, disse Guerra, antes de deixar o título do Gauchão já para trás:

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“Estou muito feliz com a conquista do hepta. Foi algo muito esperado, desejado, mas que já ficou no sábado, mas tardar no domingo. Agora estamos concentrados para esse jogo importante (contra o Huachipato)“, ampliou o mandatário.

Mina não vem para o Grêmio, segundo Guerra – Foto: Cesar Greco/Divulgação/Palmeiras

Presidente do Grêmio feliz com Renato

Como mostramos nesta reportagem aqui, Renato completará exatamente 500 jogos treinando o Grêmio na partida desta noite contra o Huachipato, pela Conmebol Libertadores. Para Guerra, a relação com o treinador é a melhor possível:

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“Em 2010, o Duda (Kroeff) me mandou contratar ele pela primeira vez. Tive essa sorte. Eu tive medo. Não se sabia qual Renato viria, se era aquele explosivo. O ambiente não era bom. Mas ele, com sua capacidade, conseguiu. Tínhamos um grupo muito bom e chegamos na Conmebol Libertadores. A relação é ótima. Existem as cobranças do dia a dia”, finalizou.

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