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No dia seguinte à derrota de 2×1 para o Cruzeiro, no Beira-Rio, pelo Brasileirão, o técnico colorado Paulo Pezzolano convive com a dor da perda de sua mãe, Laura, que faleceu nesta quinta-feira. O Inter soltou nota oficial desejando força e solidariedade ao comandante, que foi liberado para estar com os familiares neste momento difícil.
Desta maneira, já está certo que Pezzolano não comandará o Inter na beira de campo na partida deste sábado, 18h30, fora de casa, contra o Athletico. Em breve, o clube informará qual auxiliar será o treinador da equipe nesta nova partida do Brasileirão.
“O Sport Club Internacional manifesta profundo pesar pelo falecimento de Laura Suárez, mãe do técnico Paulo Pezzolano. Neste momento de dor, o Clube presta sua solidariedade ao treinador, seus familiares e amigos. Em razão da perda, Pezzolano foi liberado para acompanhar as cerimônias de despedida e não estará à frente da equipe na partida diante do Athletico-PR. O Inter deseja força à família. Estamos contigo, Paulo”, diz o Inter, em nota.
Reveja algumas falas de Pezzolano na coletiva após Inter 1×2 Cruzeiro:
Análise do jogo: “Temos que melhorar no que estamos fazendo. O gol deles foi em uma perda de bola e um zagueiro nosso estava longe do outro. Ficou um buraco. Kaio Jorge é muito rápido e fez o gol. Depois disso não sofremos nada e tivemos muitas oportunidades. Quando tivermos chances claras, temos que fazer. No primeiro tempo fomos superiores, muito superiores. No segundo tempo, começamos bem. Tivemos oportunidades. Mas depois sofremos uma expulsão e tudo fica mais difícil”.
Postura dos jogadores: “Nossos jogadores tiveram perservança, paciência e até o fim tentamos empatar, mas ficou difícil com o campo pesado e um jogador a menos. No geral, achei o primeiro tempo muito bom. Tivemos erros e pagamos caro contra um rival de qualidade”.
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Parte tática e substituções: “Jogamos com uma linha de quatro. O Vitinho descia com o lateral e o Félix Torres acompanhava o extremo deles. Não fizemos uma linha de cinco fixa. Depois, sobre as trocas, o Matheus Bahia estava com vírus, febre, dois três dias. O mesmo com Mercado, que saiu no intervalo. Por que não botei meia? Porque era um jogo para fazer transição e jogar rápido, ainda mais com um a menos”.











