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Mobilização, fator Mano e dificuldade: o que diz o presidente do Inter dias antes da decisão contra o Colo-Colo

Alessandro Barcellos conversou com a Rádio Gaúcha para projetar a partida de terça-feira

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Após o empate em 1×1 diante do Ceará fora de casa neste sábado pelo Brasileirão, tudo é Sul-Americana para o “mobilizado” Inter, que precisa, na terça-feira, reverter o 2×0 sofrido pelo Colo-Colo para conseguir ir às quartas de final. O jogo das 21h30 no Beira-Rio foi o principal tema da entrevista concedida por Alessandro Barcellos, neste domingo, à Rádio Gaúcha.

O presidente confirmou que existe um clima de mobilização total no vestiário para esta partida e mais uma vez apostou na capacidade do técnico Mano Menezes para a mudança no placar:

“O clube vive essa mobilização nas mais diversas áreas, desde o vestiário até a diretoria, na relação com sócios e com o torcedor. Pela procura por ingressos, é possível ver que o torcedor está respondendo, e isso é fundamental para recuperarmos a relação do Beira-Rio lotado com a equipe. Estamos trabalhando tudo isso para conseguirmos reverter o resultado. É difícil, pois, infelizmente, saímos com uma desvantagem de dois gols, mas, assim como existe um grau de dificuldade, existe também um grau de confiança”, disse, antes de acrescentar:

“A gente sempre busca permanentemente essa mobilização. Claro que, pelas circunstâncias, este jogo se tornou fundamental. Isso vem sendo trabalhado pela comissão técnica e pela direção técnica, e o Mano tem essa capacidade. Além disso, o próprio grupo saiu do jogo contra o Colo-Colo com essa responsabilidade e se autodeterminando a buscar essa classificação. O fato é que o vestiário já está com este ambiente importante de mobilização”.

Barcellos defendeu a estratégia da comissão técnica em preservar os principais titulares na partida empatada no Castelão contra o Ceará:

“Foi uma questão de necessidade. O Mano expressou bem (na entrevista coletiva pós-jogo) o planejamento que tínhamos. Após a derrota contra o Botafogo, algumas mudanças aconteceram e buscamos a vitória contra o Coritba com a equipe atuando no máximo. No Chile, tivemos dificuldades médicas como a não utilização do De Pena e a saída do Renê. Portanto, houve uma necessidade de usar o grupo. E ainda assim, a partida contra o Ceará poderia ter tido resultado diferente. Não que tenha sido injusto, mas tivemos momentos na partida com a oportunidade de virar o jogo. Tivemos ainda aparições importantes, como Kaique Rocha, Lizeiro e a volta do Taison, que precisava de ritmo de jogo e fez uma boa partida. Isso é importante para o grupo se afirmar como um todo”, finalizou.

Sobre terça-feira:

– Beira-Rio deverá ter mais de 40 mil pessoas

– Bustos e De Pena podem voltar ao time. Renê e Wanderson ainda não

– Não há saldo qualificado. Qualquer vitória do Inter por dois gols leva para os pênaltis. Para passar direto, precisa vencer por três

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