“Para tirar a cachaça”: ex-meia do Inter entrega as melhores histórias de Perdigão no clube

Alex entregou o antigo parceiro em divertida entrevista no Charla Podcast

Hoje comentarista dos canais SporTV, sendo integrante do programa Troca de Passes, o ex-meia Alex participou de uma divertida entrevista no Charla Podcast, no YouTube, onde “entregou” um dos seus colegas nos tempos de Inter, o também ex-meia Perdigão. Ambos fizeram parte juntos da vitoriosa geração colorada entre as temporadas de 2005 e 2007.

“O Perdigão é um espetáculo, um artista, um cara sempre para cima. A gente chegava para trabalhar e ele estava fazendo sauna antes do treino. Sauna você faz para relaxar, para dormir depois. Ele fazia para tirar a cachaça que ele tomava, para subir na balança tranquilo. A gente chegava e ele já estava lá com a sunga dele. Depois que o Iarley instituiu o futevôlei antes dos treinos, o Perdigão sempre estava lá para aquecer. Era gostoso jogar, mas chegou um momento que o Abel tirou. Mas fazer sauna antes? O nível dos artistas que a gente tinha”, lembrou Alex, antes de ampliar:

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“Ele era engraçado. Perdigão dormia pouco, bebia bastante, treinava muito e não machucava. Não ficava triste nunca. Ele foi importantíssimo para nós. Tinha muita qualidade. O Alex Cabeção fala que o Perdigão jogava muito. Não sei de onde ele tirava toda aquela alegria dele”.

Alex foi para o Mundial machucado

Nesta mesma entrevista, Alex contou que viajou machucado para jogar o Mundial de Clubes em 2006, “escondendo” a situação da comissão técnica. Ele era titular do Inter e saiu no intervalo da final contra o Barcelona para a entrada do volante Vargas:

“Eu saí chutando tudo, imagina, você está no Mundial, fiquei p… para c…, mas eu fui para o Japão com uma lesãozinha ainda, fiquei quieto, fazia os exercícios no elástico lá e tudo. Porém, estrategicamente, o Abel fez o que tinha que fazer e deu certo. Se você olhar o jogo, não foi um amasso do Barcelona. Anos depois, eu fiz uma reportagem para rever o jogo e comentar. Até eu imaginei que teria sido mais, mas não foi aquela coisa do Clemer fazer 10 milagres. Fez dois ou três, que é normal. O Iarley jogou muita bola”, contou.

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