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D’Ale fala o que pensa sobre Abel, Roth, Taison, Willians, Grêmio, Fernando Carvalho e mais

Um D’Alessandro de coração aberto e sem filtros foi o entrevistado do último sábado no programa Aqui Com Benja, de apresentação do jornalista Benjamin Back, do Fox Sports. Na atração, o ídolo e camisa 10 colorado falou o que pensa sobre diversos personagens importantes vinculados ao seu trajeto no Inter – confira abaixo:

Sobre Abel Braga

“Um cara que não merecia o que passou na vida dele. A gente ficou muito triste. Conheci a família dele. Ele não esquece dos amigos, de mim, sempre manda mensagem. Eu valorizo muito. No futebol, a gente vai ganhar, perder, mas o que fica é isso aí”.

Sobre Celso Roth

“Celso foi fundamental naquela nossa campanha de 2010. Um cara fechado, meio durão, de caráter muito fechado, mas extremamente profissional e correto com os jogadores. Ele chegou e ajeitou taticamente o nosso time, mesmo com praticamente os mesmos atletas. Dá pra dizer que ele deixou o nosso time perfeito na parte tática”.

Sobre Taison

“Conheci ele muito pequeno. Era adolescente, com uns 17 anos. Estava na base e subiu. Coincidência ou não, se concentrava comigo. Era pagodeiro. O que eu conheço de pagode foi por ele. Eu tentava dormir um pouco de tarde e ele não deixava. Virava a lixeira e começava a batucar. Mas a gente se deu muito bem. Um cara extremamente solidário, humilde, não esquece do povo dele, de onde saiu”.

Sobre Willians

“Tive dois grandes marcadores, com quem tive disputas duras, logo que cheguei no Inter. Ambos do Flamengo. Um era o Toró, volante forte, brigador. O outro, que depois jogou comigo no Inter, é o Willians. Muito forte fisicamente, veloz, marcador. Eu acho que se ele se cuidasse mais, chegaria à seleção brasileira. Muitas vezes correu sozinho no meio de campo. Às vezes temos alguns problemas no dia a dia (sobre briga com o volante), são coisas que se resolvem ali”.

Sobre o Grêmio

“Tenho muitas coisas em azul sim, tanto aqui como na Argentina. E também tenho muitas camisas do Grêmio no meu museu. Sempre que troco nos Gre-Nais, eu guardo. É aquilo de ter total respeito fora de campo. Dentro, cada um vai sempre tentar ganhar e puxar para o seu lado (…) Não teria problema (sobre ter um genro gremista). Problema algum. Primeiro ia sentar em outra mesa (risos). Vai ter que mostrar mérito para sentar na nossa mesa”.

Sobre Fernandro Carvalho

“Bom, o Fernando Carvalho foi muito importante na minha chegada ao Inter. Foi ele que foi me buscar na Argentina em 2008. Junto com um ex-dirigente do Inter, Sílvio da Silveira, que já faleceu. Lembro que fomos tomar um café. Ele falando um portunhol, eu não entendia nada de português. O que lembro bem é da palavra “Gre-Nal”. De cara, escutei muitas vezes e nunca esqueci”.

Sobre jogar no Racing e atender pedido de Rubén Paz

“Não sei. Tenho contrato até o fim do ano com o Inter. Vamos ver o que acontece. Ele tem uma história bonita no Racing, foi campeão lá. Vamos ver. Se nada de estranho acontecer, vai ser difícil tirar essa camisa do Inter. Vai ser complicado”, comentou o jogador”.

 

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