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Por curiosidade, o primeiro time adversário do Grêmio nesta parada da Copa do Mundo foi justamente aquele que cobra do clube gaúcho valores pendentes nos tribunais. O Cascavel segue lutando para receber quantia da venda do meia Bitello ao futebol russo em 2023 e o jogo deste sábado, no Paraná, não teve relação alguma com a situação, que segue se desenrolando nos bastidores.
Vendido pelo Grêmio por 10 milhões de euros (cerca R$ 52 milhões na cotação da época) ao Dínamo Moscou, da Rússia, Bitello tinha 30% dos direitos econômicos vinculados ao Cascavel, seu clube formador. Por isso, a briga dos paranaenses judicialmente para receber os valores respectivos.
Após uma ação feita na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) da CBF, o Grêmio pagou uma primeira parcela de R$ 10,6 milhões, ainda na gestão do presidente Alberto Guerra. Só que, como não recebeu a segunda parcela prevista para julho de 2024, o Cascavel acionou novamente a CNRD e recente decisão foi favorável ao clube do Paraná.
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O Grêmio, porém, apresentou um novo recurso e aguarda a decisão antes de pagar cerca de R$ 5 milhões. No momento, não há risco do temido “transfer ban”.
“Somos um clube bem estruturado. Não iremos ceder e deixar de cobrar. O Cascavel irá aguardar o pagamento. Faz falta ao nosso caixa, mas não iremos fazer um acordo que seja bom apenas para o Grêmio”, relatou o vice-presidente jurídico do Cascavel, Bruno Domingues.
Enquanto a dívida segue gerando uma batalha entre os clubes nos bastidores, Bitello continua atuando no Dínamo Moscou, mas já esteve perto de voltar ao Brasil. O Botafogo foi o clube que, no ano passado, se aproximou da sua contratação.
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