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Bracks cita jogador buscado como “reposição” a Edenilson e projeta Inter com mais força no mercado no fim do ano

Executivo de futebol colorado falou das finanças do clube e da capacidade de investimento

Em entrevista concedida ao canal Vozes do Gigante na última terça-feira, o executivo de futebol colorado Paulo Bracks admitiu que o meio-campista Paulinho, que estava no Boavista-POR e foi para o Al Shabab, da Arábia Saudita, foi tentado pelo Inter no meio do ano como possível reposição a Edenilson.

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Na época, segundo relata o dirigente, o camisa 8 colorado estava sendo bastante assediado pelo futebol árabe e o clube tinha que trabalhar com a possível perda, que não veio a acontecer.

“Nós chegamos a buscar uma reposição (Paulinho) para uma peça que acabou não saindo (Edenilson). Vieram forte em cima dele. E conseguimos mantê-lo. Está tendo um desempenho maravilhoso. Quando a insatisfação do torcedor do Inter chega aos ouvidos do jogador, nós precisamos fazer um trabalho hercúleo. Ainda mais quando é injusto. Nós contamos com o Edenilson até 2023. Ele está feliz aqui. É grato ao clube pela convocação”, disse Bracks.

Na perspectiva do executivo, o Inter poderá ser mais forte no mercado na janela do fim do ano ao contrário dos últimos movimentos, que foram em cima de jovens, por empréstimo com opção de compra, como o zagueiro Kaique Rocha e o atacante Gustavo Maia.

“Nunca vamos deixar de mirar atletas de porte no mercado. Mas temos de ser responsáveis. Quando não fazemos movimento na janela, como outros clube fizeram, estamos recuando para voltar a avançar quando tivermos bala, e esperamos fazer isto ao final do ano”, disse Bracks, antes de terminar:

“Quando alivia o caixa, quando reduz a folha, reduz a bala no mercado, a gente se prepara agora para ter um gás maior, um apetite maior para o final do ano. E ainda há os contratos que se encerram. Sempre teremos em mente atletas grandes, de performance alta. Vamos errar, é claro, mas queremos errar menos. Vamos mirar alto para o final do ano, para a virada da janela”.

Confira a íntegra da entrevista:

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