
A camisa grafite com detalhes em verde-limão virou uma das curiosidades mais raras da história recente do Inter. O uniforme foi lançado oficialmente em setembro de 2023, mas apareceu em campo de jogo pela primeira vez contra o Coritiba, no Beira-Rio, pelo Brasileirão daquele ano. A partida terminou com derrota colorada por 4×3 e acabou sendo também a única aparição do modelo pelo time masculino profissional dentro de campo.
O uniforme era o terceiro kit da temporada 2023/2024 e fugia bastante da identidade tradicional do clube. A peça tinha tons de cinza, detalhes em verde nas laterais, nas três listras da Adidas, no escudo e no símbolo da fornecedora. O Inter apresentou a camisa com uma proposta ligada à sustentabilidade, destacando ações ambientais realizadas no Beira-Rio e materiais reciclados na fabricação.
O primeiro e único uso em campo aconteceu em 29 de outubro de 2023, diante do Coritiba. Aquela noite já entrou para a memória recente colorada pelo roteiro incomum: sete gols, quatro pênaltis, expulsão de Vitão ainda no início e forte participação do VAR. Alan Patrick, Bruno Henrique e Enner Valencia marcaram para o Inter, mas o Coxa venceu com gols de Garcez, Matheus Bianqui e Robson, duas vezes.
Camisa grafite do Inter não teve nova aparição em campo
O detalhe que transforma a camisa em conteúdo exclusivo é justamente a falta de sequência. Mesmo tendo sido lançada para a temporada 2023/2024, a peça não voltou a aparecer em campo de jogo pelo time masculino profissional. O modelo grafite com verde-limão ficou restrito ao duelo contra o Coritiba, o que aumentou o peso curioso daquela partida para colecionadores e torcedores.
A repercussão da camisa já havia sido forte desde o lançamento. O visual diferente dividiu opiniões, especialmente pelo uso do verde em um uniforme colorado. O Zona Mista registrou na época a reação causada pelo uniforme alternativo do Inter que gerou debate entre torcedores, ainda antes de ele ganhar esse caráter raro dentro da história recente do clube.
A proposta oficial, porém, tinha outro foco. O Inter apresentou o uniforme como parte de uma campanha ambiental, lembrando que o clube havia sido reconhecido como a primeira equipe do Brasil com Certificado de Gestão de Resíduos. A divulgação também citou energia limpa no Beira-Rio, coleta de água da chuva e triagem de resíduos junto à Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis da Cavalhada.
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Dentro de campo, a camisa acabou associada a um jogo caótico. O Inter perdeu para o Coritiba em uma partida de placar alto, arbitragem contestada e momentos decisivos revisados pelo VAR. O fato de o uniforme não ter sido usado novamente reforçou a singularidade da peça. Na prática, a camisa grafite virou um registro de uso único no futebol masculino colorado.
A curiosidade também ganha força porque o clube lançou uma nova terceira camisa no ciclo seguinte. Em 2024, o Inter apresentou outro modelo cinza, mas com detalhes em branco e vermelho, inspirado na arquitetura do Beira-Rio. Com isso, a versão grafite com verde-limão encerrou sua passagem em campo com apenas uma partida oficial pelo time masculino.
Para o torcedor, a camisa ficou entre a proposta institucional e a lembrança esportiva. Ela nasceu como símbolo de sustentabilidade, apareceu em uma noite turbulenta e não teve continuidade nos jogos do Inter. Por isso, o modelo passou a ocupar um espaço raro: uma camisa alternativa lançada para uma temporada, mas vista em campo apenas uma vez.


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