
Sem jogar no plantel principal do Inter e afastado inclusive do time sub-20, onde não quis mais participar, o meia Cesinha (na foto, ao lado de Praxedes) é alvo do interesse do Botafogo para a sequência da temporada, mas o contrato válido até dezembro no Beira-Rio deixa o clube carioca de mãos atadas neste momento.
E irritado com a postura do Inter, que, na visão de Manoel Renha, membro do Comitê Gestor de Futebol do Glorioso, está “atrapalhando a vida” do jogador:
“Em 2017, tínhamos gostado dele, mas estava comprometido com o Inter. Como não está sendo aproveitado, o empresário perguntou se a gente tinha interesse. A gente tem um relacionamento há anos com o TAC (Três Passos), com quatro ou cinco jogadores da base que vieram de lá. Temos interesse, mas o jogador precisa estar livre”, afirmou o dirigente, em conversa com a ESPN.
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“Não faz menor sentido não liberar o jogador. Só prejudica o garoto. Essa novela não anda. Quando terminar o contrato, a janela de inscrição no Brasileiro já vai ter fechado. O empresário achava que ia liberar, mas o Inter firmou o pé. A gente não tem essa postura. Se não usamos, liberamos. Por que atrapalhar a vida dos outros? Mas cada um tem sua razão, não vou ficar julgando”, acrescentou Renha.
Vale mencionar que a parceria com o TAC, clube que detém os direitos de Cesinha, já gerou cerca de 4 milhões de euros (R$ 26 milhões de reais aproximadamente, na cotação atual) ao Botafogo na negociação de Luís Henrique para o Olympique de Marseille.
Campeão da Copa SP em janeiro deste ano, sendo inclusive o capitão do time, Cesinha até chegou a treinar entre os profissionais do Inter, mas não jogou com o técnico Eduardo Coudet.
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