Pré-candidato à presidência do Inter, Roberto Melo, do Movimento Inter Grande, relatou nas redes sociais nesta quarta-feira que o seu grupo protocolou um pedido de eleições antecipadas como forma de tentar reduzir a crise vivida pelo clube. O calendário eleitoral aponta que a votação deve ocorrer apenas no fim do ano, o que gera impasse nos bastidores. Até a realização desta matéria, o atual presidente Alessandro Barcellos ainda não havia se manifestado.
Além de Roberto Melo, o Inter também tem como pré-candidatos presidenciais de oposição Leonardo Aquino e José Amarante. Todos eles estiveram reunidos com Barcellos em reunião para debater o clube na última segunda-feira. O plano do MIG, liderado por Melo, é que o 1º turno aconteça em outubro, o 2º turno em novembro e que o novo presidente assuma logo após o término do Campeonato Brasileiro. Atualmente, o 2º turno está previsto para o mês de dezembro, após o término do Brasileirão.
“O Inter não pode esperar mais. O futuro do clube exige uma decisão agora. Diante da grave crise financeira, esportiva e institucional que o clube atravessa, nós protocolamos um requerimento solicitando a antecipação do calendário eleitoral e a inclusão do tema na pauta da Reunião Extraordinária do Conselho Deliberativo. É dever do Conselho Deliberativo refletir a vontade dos associados. E esse tem sido o clamor que se ouve nas arquibancadas do Beira-Rio, nas manifestações pela internet e nas ruas”, diz o comunicado de Melo, que amplia:
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“Entendemos que é preciso iniciar o quanto antes a transição e o planejamento para 2027, com responsabilidade, transparência e compromisso com o futuro do clube. É hora de unir forças para resgatar a dignidade, o orgulho do associado e do torcedor e o protagonismo do Sport Club Internacional. Pelo Inter. Pelo seu futuro”.

Roberto Melo foi vice de futebol na maior parte da gestão de Marcelo Medeiros entre 2017 e 2019 até pedir demissão do cargo no Inter. Ele voltou ao cenário político do Inter com a campanha eleitoral em 2023, mas acabou derrotado por Alessandro Barcellos, que ganhou o direito de fazer um segundo mandato.









