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Novato no elenco do Inter, Wanderson revela como estão os colegas na semana do primeiro Gre-Nal decisivo

Atacante de 27 anos concedeu a sua coletiva de apresentação na tarde desta terça-feira

Sem poder ser inscrito na reta final do Gauchão, Wanderson planeja estar no Beira-Rio no próximo sábado torcendo pelos seus companheiros no primeiro Gre-Nal da semi do estadual, que terá início a partir das 16h30. O jogador de 27 anos vestiu a camisa 11 e foi apresentado oficialmente na tarde desta terça-feira, destacando como tem visto a motivação dos colegas nos dias que antecedem o importante jogo.

“Cheguei em um momento bom. O Gre-Nal será especial. Vai ser minha primeira vez no Beira-Rio assistindo. Já ouvi muito falar sobre o clássico. Estarei ansioso e torcendo muito para o time. Todos estão muito motivados para esse jogo”, projetou em relação aos colegas.

Em relação ao time, o técnico colorado Alexander Medina segue comandando os treinamentos no CT Parque Gigante visando a equipe ideal para o clássico. O principal desfalque é o lateral-esquerdo Moisés, que vai parar por um mês por conta de lesão ligar ligamentar no joelho.

Um possível time titular do Inter baseado nas últimas escalações poderá ter: Daniel; Bustos, Kaique Rocha, Cuesta, Paulo Victor; Gabriel, Liziero, Edenilson, Taison, Mauricio; David.

Confira outras declarações de Wanderson na coletiva de apresentação:

Escolha pelo Inter

“Eu sempre tive o sonho de jogar no Brasil e hoje isso se torna realidade. Quando o Inter me apresentou o projeto, me dizendo que precisava de um ponta, foi fácil tomar a decisão de vir pra cá. É um clube de muita história. Elenco de muita qualidade. E eu venho para ajudar o time”

Camisa 11

“É uma honra jogar com a camisa que foi do Yuri Alberto, que fez um grande trabalho aqui e já iniciou muito bem na Rússia. Eu não o conheço pessoalmente, mas vinha acompanhando o seu trabalho. Pra mim é uma honra usar a camisa 11”

Características como jogador

“Eu sou o verdadeiro ponta. Minha característica é ter o drible de um pra um, infiltrar na defesa adversária. O Inter joga com esse sistema e isso pra mim é muito bom. Por isso eu escolhi o clube. Tive uma conversa com o treinador antes de assinar e vi que pra mim era perfeito. Abracei com força e graças a Deus hoje estou aqui”

Adaptação

“Nunca tive muito problema de adaptação em todos os lugares que fui. Lugares bons, outros nem tanto. Vou ter três ou quatro semanas até começar o Brasileirão e a Sul-Americana. E aí vou aproveitar para me adaptar aos meus companheiros. É tudo novo pra mim, mas o futebol é o mesmo”

Conversas com Alexander Medina antes de assinar

“Eu tive uma conversa com o Medina e com outras pessoas do clube antes de assinar. Queria saber do projeto do Inter, a forma de jogar, o modo de pensar deles. Ele me passou esse sistema de jogo de usar pontas e eu vi que me encaixava perfeitamente. Por isso tomei a decisão de vir para cá”

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