InterImprensa

Sem novos reforços, Pezzolano terá que fazer “milagre” no Inter, diz Guerrinha

Saiba mais detalhes do planejamento do clube para o restante da temporada

COLUNA

Continua depois da propaganda

Em nova coluna no portal GZH cujo título é “Paulo Pezzolano precisará fazer milagre no Inter até a próxima janela de transferências”, o jornalista Adroaldo Guerra Filho, o Guerrinha, se mostrou pessimista com o futuro a curto prazo do Inter em função da ausência de novos reforços. Dificilmente, o clube vai apresentar outros jogadores até o fim da janela doméstica de transferências no próximo dia 27, sexta-feira.

Mesmo com as duas recentes vitórias sobre Santos e Chapecoense, que tiraram o Inter da zona do rebaixamento, Guerrinha não se empolga e teme novos resultados preocupantes com o atual elenco disponível para Pezzolano:

“Vai com o que tem. Se o torcedor colorado está esperando novidades na janela que fecha nesta sexta-feira (27), pode tirar o cavalinho da chuva. Além do problema nada pequeno do transferban, o Colorado segue sem crédito na praça, de mal com os empresários, e isso diz que não haverá a chegada dos sonhados zagueiros que o técnico Paulo Pezzolano tanto precisa”, disse.

+ Ex-Inter, Argel é anunciado por clube gaúcho e tem novo desafio na carreira

No começo da semana, o executivo de futebol colorado, Fabinho Soldado, conversou com a ESPN e falou mais abertamente das dificuldades que o clube vem tendo no mercado:

“A janela do Inter esse ano foi feita dentro daquilo que é a possibilidade do Inter com muito respeito àquilo que tem de orçamento. Conseguimos fazer 6 contratações, o importante é que naquele momento nós não tivemos nenhum problema em relação ao transfer ban, claro que bastante limitações em relação à parte financeira, mas é uma realidade do Inter e eu tenho sido muito claro com o nosso torcedor”, declarou Fabinho, em fala recuperada pelo site Resistência Colorada.

+ Inter toma atitude após irritar torcedores na chegada da delegação em Santa Catarina

Artigos relacionados

Continua depois da propaganda.