Guerra projeta Grêmio em Caxias e responde torcedores que criticaram “mando” no Espírito Santo

Presidente Alberto Guerra deu entrevista antes de Grêmio 1x2 Botafogo

Horas antes da derrota de 2×1 para o Botafogo, no Espírito Santo, o presidente do Grêmio, Alberto Guerra, conversou com a imprensa e confirmou que são boas as chances do clube jogar no Centenário, em Caxias do Sul, a partir do final deste mês. Os duelos seriam contra Fluminense e Palmeiras, nos dias 30 de junho e 4 de julho, respectivamente, com o tricolor permanecendo na cidade para o duelo do dia 7 de julho, contra o Juventude, no Estádio Alfredo Jaconi.

A tendência é que, após o dia 26, data do jogo em Goiânia contra o Atlético-GO, o Grêmio volte ao Rio Grande do Sul para já recomeçar a treinar no CT Luiz Carvalho, em Porto Alegre. A Arena, porém, segue sem uma data específica de retorno:

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“É uma possibilidade jogar em Caxias. A gente poder treinar em casa, nas nossas instalações, já vai facilitar muito. Estando no nosso CT, a gente pode mandar os jogos em Caxias do Sul. É uma boa opção. Tenho conversado com o pessoal do Caxias sobre isso. A gente tem pedido para a Arena uma previsão de retorno, mas eles não se sentem confortáveis em dar essa data”, disse Guerra.

Grêmio x Botafogo no Espírito Santo

Torcedores do Grêmio que se manifestaram nas redes sociais mostraram incômodo com a ida do jogo contra o Botafogo para Cariacica, no Espírito Santo, com mais presença de cariocas do que gaúchos. Guerra explicou o acerto com os botafoguenses e ainda lembrou que, contra o Bragantino, no Couto Pereira, na derrota de 2×0, não houve grande público:

“A análise que se fez foi: ou eu jogo em Curitiba com mando do Grêmio e depois jogo no Engenhão, ou jogamos as duas em Brasília, mas teve a questão do show e tivemos que vir para Cariacica. Tecnicamente, acho melhor jogar aqui. A gente sabe que o Botafogo tem mais torcedores aqui, mas também tenho o fato de que estamos subindo o Brasil e depois vamos para Fortaleza”, citou, para depois complementar:

“Não foi uma questão de vender o mando, foi uma combinação com o Botafogo. Mas sempre alguém vai ter mais torcedor. Entre aqui no Espírito Santo ou no Engenhão, aqui é um pouco mais neutro. Provavelmente os torcedores que estão reclamando não estiveram no jogo contra o Bragantino, no Couto Pereira, onde tivemos só 7 mil pessoas”.

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