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Grêmio tenta ajustar elenco para diminuir folha e já admite terminar o ano com déficit: “Temos que ter criatividade”

Presidente Romildo Bolzan Jr cumpre a reta final do seu mandato com algumas dificuldades financeiras

A queda para a Série B segue custando um preço alto para o Grêmio, que, pela primeira vez desde a chegada do presidente Romildo Bolzan ao comando, terminará o ano com déficit financeiro. Essa é a projeção do próprio mandatário, que deu mais declarações sobre o tema e outras explicações em entrevista concedida ao site Globoesporte.com.

Bolzan afirma que, com muito esforço, o Grêmio conseguiu cumprir tudo no primeiro semestre de 2022. Mas, para os próximos seis meses, a dificuldade se mantém.

“É cedo para dizer, mas a tendência é de déficit. Depois de sete anos. O Grêmio terminou o primeiro semestre equilibrado. Conseguimos cumprir até o final. Tinha uma estabilização. Agora temos que ter mais criatividade, situação de despesa, contratos, economizar, girar fluxo de caixa também. É uma coisa planejada desde o primeiro trimestre”, declarou.

Recentemente, a chegada de jogadores como Lucas Leiva, Thaciano e Guilherme novamente ampliou a folha salarial para uma faixa superior a R$ 10 milhões. Assim, o clube não vai pensar duas vezes em liberar jogadores em caso de propostas a partir da reabertura da janela no dia 18. Nomes como Thiago Santos, Lucas Silva, Benítez e Diogo Barbosa correm o risco de sair:

“O Grêmio é uma instituição de muitos anos, eu consegui gerir um período equilibrado. Não sabemos o déficit, quero que seja pequeno, mas o Conselho Fiscal, Deliberativo, todos estão cientes. Estamos trabalhando proporcionalmente aos contratos e queda brutal de arrecadação. Estamos tentando deixar (com menor déficit possível)”, encerrou o mandatário, que encerra a sua passagem pelo Grêmio em dezembro.

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