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Geromel escolhe jogo inesquecível que fez com a camisa do Grêmio: “Foi sensacional”

Ex-zagueiro gremista guarda com carinho vários momentos vividos no clube

ENTREVISTA

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Em recente entrevista ao “Sports Market Makers”, que é um podcast de gestão e negócios ligados ao esporte, o ex-zagueiro Pedro Geromel relembrou momentos marcantes da carreira e foi desafiado a citar o jogo favorito que fez pelo Grêmio. Sem ter muitas dúvidas, ele citou a partida de ida da final da Copa do Brasil de 2016 diante do Atlético-MG.

Na ocasião, o Grêmio buscava dar fim ao longo jejum de grandes títulos e aplicou 3×1 mesmo fora de casa, abrindo grande vantagem para confirmar a taça na volta. Em ótima atuação, Geromel ainda fez a jogada do terceiro gol de Everton Cebolinha.

“O jogo que eu lembro com mais carinho foi a final da Copa do Brasil de 2016. Esse jogo foi sensacional. Estávamos ganhando de 2×1 e o Pedro Rocha é expulso. Aí no final do jogo era pressão do Atlético-MG, a torcida deles gritando ‘eu acredito’, uma pressão e deu um escanteio. Cruzaram, a bola sobrou pro Robinho, eu encurtei e roubei a bola, saí correndo na lateral, fiz uma jogada e o Cebolinha fez o gol. Aí fizemos 3×1 e levamos uma outra vantagem para a Arena. Então, para mim, esse foi o jogo inesquecível”, citou Geromel.

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Além deste título de Copa do Brasil, Geromel participou das conquistas da Conmebol Libertadores de 2017, da Recopa Sul-Americana de 2018 e de diversos estaduais. Ele optou por encerrar a carreira no final de 2024 após cerca de 10 anos no Grêmio.

Mais falas de Geromel nesta entrevista:

“No fim da Copa do Mundo de 2018, a maior diferença que eu senti dos atletas da Seleção para os do Grêmio era o comprometimento. O Tite marcava treino às 16h no campo, aí 15h30 todo mundo ficava fazendo as suas borrachinhas, seus pré-treinos. E às 16h todos estavam concentrados e preparados no seu mais alto nível. No Grêmio não era assim. E quando chega o Suárez ele não precisa de personal, de treinador próprio, de nada. Ele chega lá no cantinho dele, faz uma borrachinha, faz o aquecimento dele, então nesse quesito o Suárez foi maravilhoso para ajudar no profissionalismo do Grêmio. Tanto que ficamos em 2° e quase ganhamos”

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“Tem um cálculo que diz que 86% dos jogadores que param de jogar, nos 5 anos pós-carreira, ou ele se separa, ou entra em depressão ou quebra financeiramente. Eu fui assistir um jogo e um dos caras me perguntou como era a vida de aposentado e tal. Aí eu disse que o mais legal de tudo é ter tempo livre e fazer o que eu quero. Isso é fenomenal. Só que eu consigo pela liberdade financeira. Então, o maior ativo do jogador é o tempo”

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