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Galhardo quebra o silêncio sobre o futuro da carreira e fala das mudanças no Inter: “Torcendo pelo sucesso”

Atacante de 32 anos segue com contrato válido com o Inter até o final de dezembro

Após marcar o seu segundo gol com a camisa do Celta de Vigo neste final de semana, o atacante Thiago Galhardo, de 32 anos, rompeu o silêncio sobre o seu futuro em entrevista ao Betway publicada pelo site Transfermarkt. Nela, o jogador admitiu que vai debater com o Inter a continuidade no clube, já que tem contrato no Beira-Rio até dezembro. E deixou claro o quanto ainda segue na torcida pelo colorado:

Futuro na carreira

“Essa pergunta até meu pai tem me feito. E, de fato, eu não sei. Meu contrato aqui (no Celta) acaba dia 30 e até lá eu não posso fechar contrato com ninguém. Eu deixo isso com meus empresários. Sei que dia 1º de julho eu me reapresento no Inter e dia 30 de junho estarei em Porto Alegre, seja para discutir uma rescisão, um novo empréstimo ou a permanência no clube”

Mudanças no elenco do Inter

“O time contratou muito. Pedro Henrique, Wanderson, Wesley e outros. Eu sigo torcendo porque é uma instituição muito grande. Eu sou muito grato ao clube por tudo. Muitas peças saíram, muitas chegaram e eu fico aqui torcendo pelo sucesso e para que dê tudo certo. Fiquei muito feliz com as vitórias seguidas”

Saída do Inter em 2021

“Mudaram as gestões, muita coisa mudou e tem muitas coisas que a gente não concorda, mas precisa respeitar. Minha mãe já dizia que quando um não quer, dois não brigam. E quem está insatisfeito sai. Foi o que aconteceu. Eu deixei bem claro que eu não estava satisfeito com o que estava acontecendo. Mas quando um ciclo se fecha é porque algo bom vai se abrir e foi isso que sempre aconteceu na minha carreira”

Importância de Eduardo Coudet

“Eu digo a todos que a minha carreira é pré-Chacho e pós-Chacho (apelido do treinador). Ele mudou o meu patamar e até consegui chegar na Seleção Brasileira. E o trabalho dele aqui é exatamente igual ao que fazia no Brasil. A diferença é a cobrança. Isso é diferente. Ele nos cobrava muito mais no Brasil acho que por conta do nível de exigência. Aqui ele sabe que um mau momento, com quatro ou cinco jogos, não vai fazer com que ele seja mandado embora porque tem uma credibilidade no trabalho”

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