
COPA DO MUNDO
O ex-volante Emerson, de longa passagem pelo Grêmio no começo da carreira, até hoje não entende completamente as razões do seu corte na Copa do Mundo de 2002. Antes da estreia diante da Turquia, o então capitão do time de Luiz Felipe Scolari, o Felipão, treinava como goleiro em um “rachão” até deslocar o ombro ao tentar uma defesa.
Emerson, no mesmo dia, fez exames de imagem que apontaram uma lesão no local. Mas ficou sabendo do corte através de uma ligação de um jornalista e não diretamente de Felipão e da direção da CBF.
“Liga lá para o Felipão e ele que explique. Até hoje eu não sei. Só falo o seguinte: fui cortado e não sei. No dia de Brasil x Inglaterra, nas quartas de final, eu estava bom do ombro. Estava na Roma. Isso é fato. O exame mostrou que eu tinha uma lesão no ombro. Fiquei sabendo do corte através de uma ligação do David Coimbra, jornalista, que já sabia e me perguntou do sentimento e tal. Nem tinha acontecido alguma reunião técnica ainda”, iniciou Emerson, ao jornalista Duda Garbi.
+ Pode voltar? Repórter publica atualização sobre rumores de Cebolinha no Grêmio
“O Cafu fui um que falou ‘calma, eu já tive essa lesão’. Ele tinha problema no ombro, saía do lugar e ele botava na hora. Isso depois acontecia comigo. O Dida, que é quieto e nunca falava nada, também disse para terem calma no corte, que ele era goleiro e conhecia esse tipo de lesão. Mas fui cortado. Dias antes da estreia, tinha necessidade? Não sei se tinha”, acrescentou.
Sem Emerson, Felipão decidiu chamar Ricardinho e posteriormente o Brasil se sagraria campeão naquele ano sobre a Alemanha. No atual Mundial, a situação se repetiu com o corte do lateral Wesley e a entrada do volante Ederson.









