Em contato com os clubes e de olho em evolução no produto apresentado, a CBF confirmou em reunião nesta segunda-feira uma série de mudanças para melhorar o futebol brasileiro. A ideia é ter mais tempo de bola rolando e proibir cera e antijogo. Algumas das alterações, que já valerão para a rodada deste final de semana, já foram vistas na Copa do Mundo e aprovadas pela entidade brasileira.
Somente as correções de escanteio dado por engano ficarão para 2027. O restante será aplicado agora na mesma linha do que já vai ser feito nas principais ligas da Europa. A CBF tem o desejo de ampliar a média de tempo jogado com bola rolando na Série A, que atualmente é de apenas 53 minutos.
+ Inter e Grêmio, claro, acompanham atentamente todas as mudanças e vão passar detalhadamente as alterações para os seus jogdores. O Colorado vem de empate em 0x0 fora com o Palmeiras e é o 16° colocado com 23 pontos. Já o Tricolor ganhou de virada de 2×1 do São Paulo e foi para o 14° posto da tabela de classificação com 25 pontos. Veja abaixo os principais itens de mudanças:
8 segundos com a bola nas mãos do goleiro – Já está em vigor e vai seguir com a punição de escanteio para o adversário se o arqueiro passar do tempo.
5 segundos para arremesso lateral – Se o árbitro verificar “cera”, inicia a contagem e passando dela haverá reversão para o outro time.
5 segundos para o tiro de meta – Depois da contagem do árbitro, se a cobrança ainda não tiver sido feita, será escanteio para o rival.
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10 segundos para a substituição – O jogador substituído terá 10 segundos para sair de campo pelo lado mais próximo da lateral. Se passar do tempo, o atleta que for entrar precisará esperar 1 minuto.
Atendimento médico fora de campo – Quando um atleta sentir e precisar de atendimento, ele precisará esperar 1 minuto para entrar. Isso não vale para choques graves, como batidas de cabeça, por exemplo.
Atendimento ao goleiro – Se um goleiro necessitar atendimento médico, um jogador de linha a ser escolhido pelo treinador ou capitão ficam um minuto fora do campo.
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Lei Vini Jr – Utilizada na Copa do Mundo, a Lei Vini Jr passa a ser adotada no Brasil e um jogador será expulso se cobrir a boca com a mão para falar alguma coisa ao rival durante uma confusão.
Revisão do VAR no 2° amarelo – Se houver claramente um equívoco na marcação do árbitro, o segundo amarelo poderá ser revisado no VAR.
Arbitragem exige capitães – Se o juiz executar o sinal de punhos cerrados e cruzados acima da cabeça, somente os capitães podem se dirigir a ele e os outros podem levar amarelo em caso de desrespeito à regra.









