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Apesar de também ter defendido o Inter em um momento mais avançado na carreira, o ex-meia Anderson, o “Andershow”, não nega que a sua maior identificação no Rio Grande do Sul é com o Grêmio. Tanto que viralizou entre gremistas o recente depoimento dado pelo ex-atleta em podcast com o ex-colega de Manchester United, Rio Ferdinand, sobre a importância do Tricolor na sua vida.
Vindo de uma infância humilde, Anderson foi morar nos alojamentos do antigo Estádio Olímpico com apenas 12 anos de idade. A ajuda dada pelo Grêmio até hoje está marcada na sua memória:
“Eu não tinha dinheiro, eu vim da favela. Morei na minha casa até os 12 anos, aí fui morar no clube, porque no Brasil você pode morar no clube. Eu morei lá por dois anos, o clube cuidou de mim por dois anos e me deu dinheiro. Eu diria que o Grêmio foi um pai para mim, porque meu pai morreu quando eu tinha 10 anos”, iniciou Anderson.
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“O futebol era o meu caminho para sair daquela situação. Quando você vem da favela, sua cabeça pensa em muita coisa. Você precisa ter muita coragem, por que você cuida de si mesmo e da sua família”, acrescentou o ex-atleta.
Anderson, até hoje, é lembrado pelo gol marcado sobre o Náutico na vitória de 1×0 em 2005, pela Série B, na inesquecível Batalha dos Aflitos. Em seguida, foi negociado para defender o Porto e iniciar sua trajetória na Europa, onde ficou muitos anos no Manchester United sob comando de Sir Alex Ferguson.
Anderson se aposentou no Adana Demirspor, da Turquia, em 2019, com 31 anos. A passagem pelo Inter, porém, foi abaixo do esperado e o jogador não conseguiu ter destaque entre 2015 e 2016, inclusive participando do até então inédito rebaixamento do clube.
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