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Técnico do Caxias mira “jogo perfeito” no Beira-Rio e lembra detalhe que pode atrapalhar o Inter

Thiago Carvalho se mostra confiante que o Caxias possa surpreender no jogo em Porto Alegre

Atual técnico do Caxias, Thiago Carvalho não perde as esperanças de ver o seu time na final do Gauchão, mesmo que para isso precise surpreender o Inter dentro do Beira-Rio. Como as duas equipes empataram em 1×1 no jogo de ida da semi, sábado, no Estádio Centenário, quem vencer no domingo, 18h, avança à final. Se ocorrer um novo empate, qualquer que seja o placar, tudo fica para os pênaltis.

Em coletiva concedida logo depois do empate na serra, Carvalho lembrou um detalhe animador para a sua torcida e não tanto para o Inter: o Caxias, até agora, não perdeu fora de casa no Gauchão. Contra o próprio colorado, na fase inicial, vencia de virada por 2×1 até o fim até levar o empate em 2×2 em gol de cabeça de Alemão.

“O nosso time não perdeu fora, são números que dão confiança. Eu acredito que vamos fazer mais um jogo de alto nível. Mais uma vez, o Inter é um time de muita qualidade, mas o Caxias já provou que pode sim vencer. No entanto, temos que ser quase perfeitos para vencer o Inter no Beira-Rio”, disse o treinador do Caxias, que analisou o jogo da seguinte forma:

“Tivemos oportunidades e se nós tivéssemos feito os gols estaríamos em uma situação melhor, mas o Inter também teve. É difícil marcar o Inter o tempo todo. Talvez, no segundo tempo, a gente não conseguiu ficar com a bola como o primeiro e isso foi fundamental para esse controle. Não conseguimos ficar com a bola e fizemos um jogo mais direto, o Inter ficou mais e fez o nosso time correr mais. Então, perdemos um pouco de espaço por isso”.

Atacante do Caxias reclama de pênalti

Também em coletiva, o atacante Eron voltou a reclamar do pênalti não dado no lance com Bustos no segundo tempo da partida. Mesmo visualizando a jogada no VAR, o árbitro Jean Pierre de Lima manteve a decisão de campo e não retirou o amarelo do jogador por simulação:

“Todos que jogam bola sabem que foi pênalti. Estava em velocidade, na frente da bola e não tinha como ficar em pé com tranco por trás. Escandaloso. O Jean Pierre ainda foi no VAR e manteve o amarelo que me deu por simulação. Temos que reclamar, pois foi um pênalti claro. Poderíamos ter saído com a vitória em casa, seria um grande passo”, disse o jogador, nesta segunda.

“Perguntei por que ele tinha me dado o amarelo. Ele disse que me joguei. Eu falei para ele que teve o contato do Bustos. Ele foi no VAR, voltou, não marcou pênalti e ainda manteve o amarelo. Então é uma coisa absurda, escandalosa. No mínimo era para tirar o amarelo. O Brasil inteiro viu”, declarou Eron.

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