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Barcellos volta a rebater falas recentes de Ramírez, mas não se arrepende de contratação: “Era inquestionável”

Em entrevista à TV Bandeirantes, presidente colorado voltou a falar do primeiro treinador da temporada

Estaria Alessandro Barcellos arrependido por ter contratado Miguel Ángel Ramírez como o primeiro técnico de sua gestão? A resposta é não. Em entrevista dada ao programa Os Donos da Bola-RS, da TV Bandeirantes, o mandatário colorado lembrou que o espanhol era nome “inquestionável” no momento da campanha, mas voltou a se mostrar seguro de que acertou ao fazer a demissão ainda no começo de junho.

Barcellos também rebateu as falas recentes do espanhol à imprensa equatoriana, para quem indicou arrependimento de ter topado treinar o Inter e ainda avaliou que só Bragantino e Athletico seguem “projetos” no futebol do Brasil.

“É um direito dele de falar aquilo, mas quando ele elege somente duas equipes que seguem seus projetos ele mostra uma desconexão dele com o futebol brasileiro”, rebateu Barcellos, antes de relembrar a contratação do espanhol:

Ramírez
Espanhol não teve vida longa no comando do Inter – Foto: Reprodução/YouTube

“Com o Miguel, tivemos um inicio com possibilidade de mudanças, mas não se confirmou ao longo do período. Ele tinha características que se encaixavam com o que a gente queria no processo eleitoral, ele era inquestionável, inclusive pelas duas chapas que disputavam a eleição naquele momento. Nós não conseguimos ter a confiança de perspectivas de futuro, de entendimento, de relação entre o grupo de jogadores com a comissão técnica, e tivemos que corrigir com a saída. São perspectivas que conseguimos ver com Aguirre na semana que antecedeu o jogo contra o Flamengo”.

A perda do Gauchão para o Grêmio e uma goleada de 5×1 do Fortaleza na Arena Castelão pelo Brasileirão se somaram à eliminação na Copa do Brasil como determinantes para a saída de Ramírez do Inter. Em sua contratação, a gestão do presidente Alessandro Barcellos apostou em contrato longo até dezembro de 2022.

Foram 22 partidas, com 11 vitórias, sete derrotas e quatro empates, gerando um aproveitamento de 56% em cerca de três meses de trabalho em Porto Alegre. Diego Aguirre foi o escolhido para o cargo desde então.

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