Baldasso responde Coudet sobre críticas à imprensa do RS: “Jornalismo não serve para bajular”

Jornalista fez considerações em seu canal sobre as recentes críticas de Coudet à mídia

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Após a forte manifestação do técnico Eduardo Coudet contra setores da imprensa gaúcha, onde indicou se sentir perseguido em seu trabalho no Inter, o jornalista Fabiano Baldasso se posicionou e deixou uma resposta para Chacho em vídeo publicado no YouTube. Para o comunicador, o jornalismo não serve para “bajular” e a mídia do RS é conhecidamente “ácida e amarga”:

“Nós somos assim. O jornalismo esportivo gaúcho é ácido e amargo. Eu sou assim. Eu não acho que o jornalismo sirva para bajular. Ou, como disse o Coudet na coletiva, que tem jornalistas que se dizem colorados e que o que falam não é bom para o ambiente do clube. Mas eu não tenho que falar o que é bom para o ambiente. Não sou eu o responsável por isso. O que faz o ambiente ser bom são as vitórias e a capacidade do próprio treinador. Essa responsabilidade não é minha”, afirmou Baldasso.

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Para o jornalista, a força de Inter e Grêmio vem também da forma como a imprensa faz os dois clubes “esticarem a corda” constantemente:

“Então, Coudet, entenda que nós estamos no Rio Grande do Sul e que a imprensa é um órgão fiscalizador. Eu conduzo assim. É na pressão que as coisas funcionam na vida da gente. Claro que eu elogio quando as coisas vão bem, mas eu não aceito perder. O que explica Inter e Grêmio num cantinho da América Latina serem dois dos maiores clubes do mundo? Porque aqui o bicho pega. Aqui a gente estica corda, Coudet”.

Qual foi a reclamação de Coudet?

Depois da vitória na estreia do Brasileirão pelo placar de 2×1 diante do Bahia, no Beira-Rio, de virada, Coudet saiu com a seguinte resposta sobre as críticas que recebe da imprensa:

“Alguns jornalistas dizem que são torcedores do Inter. Gera bom clima com isto? Alguns não estão contentes. Muitos que falam, comentam, não estão entre os torcedores na arquibancada. Os torcedores cobrariam se estivessem. Ficam no camarote fechado ou numa sala longe da torcida”, disparou.

“Tem quatro ou cinco jornalistas aqui que me assassinam. Nunca fui desrespeitoso com vocês. Em 2020, me fritavam o tempo todo. Hoje acontece o mesmo. É a verdade. Sou o pior treinador do mundo para eles. Mas os números não mostram isso. Temos que acreditar, ir junto. Entendo o torcedor, mas o único que peço é que apoiem durante o jogo. Depois, podem cobrar”, ampliou Coudet.

Tendo o Brasileirão como o grande objetivo do ano, o Inter, já com três pontos após a primeira rodada, visita o Palmeiras nesta quarta-feira, às 20h, na Arena Barueri.

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