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Após vitória, dirigente do Inter detalha participação de Taison no protesto dos jogadores: “Ele foi o porta-voz”

Emilio Papaléo, vice-presidente de futebol colorado, deu declarações depois da vitória sobre o Bragantino

Ainda que a vitória de 2×0 sobre o Bragantino tenha sido fundamental para a campanha do clube no Brasileirão, o assunto que dominou a coletiva do vice de futebol do Inter, Emilio Papaléo, foi o recente protesto dos jogadores contra o atraso no pagamento dos direitos de imagem. Tal situação fez os atletas desistirem de treinar na manhã da quarta-feira em episódio considerado como uma “greve”.

Papaléo reforçou que a questão já foi resolvida e que duas das três parcelas em aberto foram quitadas. Ele colocou ainda que o capitão Taison, que entrou apenas no segundo tempo da partida em Bragança Paulista-SP, foi o “porta-voz” do movimento dos jogadores:

“Taison mostra uma maturidade quando entra em campo. Dá o passe na jogada em que Alemão é derrubado e sofre o pênalti. É nosso capitão. Foi um movimento de grupo onde foi o porta-voz. Apenas isso”, explicou Papaléo.

Taison já havia se explicado

Durante a quarta-feira passada, assim que seu nome foi encarado pela imprensa como “líder” do protesto, Taison veio a público nas redes sociais dizer as seguintes palavras:

“Sobre esse episódio que aconteceu hoje eu venho aqui, como capitão, dar a minha palavra. Me colocaram como “líder” de uma rebelião que teve dos jogadores, mas nada disso aconteceu. Foi uma conversa. A gente já se acertou e já treinou durante a tarde. Eu sou capitão e tenho que dar minha cara a tapa. Sobre o que a imprensa está colocando… se vocês quiserem acreditar neles, vocês têm todo direito. Quem me conhece no dia a dia sabe o ser humano que eu sou”, detalhou.

O que disse Mano Menezes, técnico do Inter

Logo depois do triunfo deste domingo, apenas o seu segundo no Brasileirão comandando o Inter, o técnico Mano Menezes falou mais de uma vez sobre o caso turbulento de quarta e negou que o episódio tenha atrapalhado na preparação para o jogo:

“Não tive muito trabalho para que se concentrassem no mais importante, que é a parte de campo. Desde quarta, quando transferimos o treinamento para a tarde. Não tive nenhum problema nos treinamentos. Os treinos foram realizados nos níveis que deveriam ser feitos. Não misturamos as coisas. Precisamos ter uma postura transparente e correta também internamente”, declarou o técnico, para depois finalizar:

“Não é pela vitória que vamos mudar a análise dos fatos. Se perdêssemos, teriam histórias. Mas estamos maduros o suficiente para saber que o que fazemos tem consequências. No futebol a repercussão é grande. Disse isso aos jogadores também. Não falo uma coisa fora e outra lá dentro. E nesta hora, dentro do campo, quando o futebol fala, que a gente mostra. O episódio vai deixar o grupo mais forte. Exatamente como tem que ser nessa dura caminhada que é o futebol”.

Agora em 7° lugar com 14 pontos, o Inter volta a jogar já nesta quarta-feira, 21h30, fora de casa, diante do Santos, pelo Brasileirão.

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