
ENTREVISTA
Vice-campeão da Conmebol Libertadores de 2007 com o Grêmio em derrota para o Boca Juniors na final, o ex-lateral-direito Patrício não esconde estar decepcionado com o atual time gremista e usou de exemplo, em recente entrevista, a postura na derrota de 1×0 para o Flamengo na Arena. Ele ficou espantado com a facilidade carioca e a falta de combatividade gremista neste confronto.
Ao Arquivo Futebol Clube, no Instagram, Patrício deu declarações relembrando como um jogador deve se portar ao chegar no Grêmio, principalmente para se identificar com a história do clube:
“O jogador quando vem jogar no Grêmio tem que saber a história do Grêmio. E qual é a história? É de jogador forte, de luta, aguerrido e que se entrega dentro de campo. O jogador precisa ter essas qualidades. Eu tenho 51 anos. Se eu treinar um pouquinho, pelo menos umas pancadas eu daria. Contra o Flamengo, nem falta os caras conseguiam fazer. Parecia um treino do profissional contra o juvenil. Nem destruir a jogada, que é uma das coisas que o clube sempre teve”, iniciou Patrício, que acrescentou:
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“Tu olha de cima o jogo e vê o time sem padrão. Quem entende de tática via o time cada um correndo para um lado. Parece que o time não é treinado ou não tem conjunto. Contra o Flamengo, eu pensei nisso: ‘O que o Grêmio está fazendo?’. Parece que não jogam um com outro. Fazia tempo que eu não via o Grêmio tão desarrumado”.
Trajetória de Patrício no Grêmio
Patrício, que já havia defendido o Grêmio em 2000, voltou em 2005 para fazer parte da equipe que foi campeã da Série B na lendária Batalha dos Aflitos diante do Náutico. Ele ainda seria bicampeão estadual em 2006 e 2007. Na campanha do vice da Conmebol Libertadores diante do Boca, foi titular ao lado de nomes como Teco, Tcheco, Diego Souza, Tuta, entre outros.
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