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Renato lamenta perda de Guerrinha e deixa abraço aos familiares; relembre frases marcantes

Técnico Renato Portaluppi enviou uma manifestação de luto para o Grupo RBS

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O técnico Renato Portaluppi, em meio à preparação do Grêmio para o próximo jogo do Brasileirão, tirou um tempo para mostrar sentimento e lamentar, via nota oficial para o Grupo RBS, a perda do jornalista Adroaldo Guerra Filho, o Guerrinha. O experiente comentarista faleceu nesta quarta-feira pela manhã aos 70 anos em hospital de Porto Alegre.

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Guerrinha estava afastado das atividades da Rádio Gaúcha e foi internado no domingo em hospital de Porto Alegre em virtude de infecção pulmonar que evoluiu, lamentavelmente, para um quadro generalizado. Ele deixou esposa, duas filhas e três netos.

“Quero deixar aqui meu abraço a toda a família do Guerrinha, aos seus colegas e a quem sentirá sua falta nos pequenos momentos do dia a dia e também na audiência da Rádio Gaúcha. Ele conquistou o carinho de todos os gaúchos com bom humor, leveza e uma capacidade rara de comunicar. Suas análises diretas e inteligentes farão muita falta. Obrigado, Guerrinha, pelo respeito em nossa convivência. Vai em paz”, declarou Renato.

O presidente do Grêmio, Odorico Roman, também se manifestou: “Quero manifestar meu pesar pelo Guerrinha, um colorado que era uma pessoa muito afável e muito querida. Falava para as torcidas de Grêmio e de Inter da mesma forma, com a mesma seriedade. E que infelizmente nos deixa. Meus sentimentos aos familiares e aos colegas”.

Relembre frases marcantes de Guerrinha:

– “Não adianta, vai perder motivado”
“- Não se vai pra guerra com secador de cabelo”
“- Em restaurante que tem ventilador de teto o garçom não serve farofa!”
“- Estou numa fase em que durmo no gelo e acordo suado”
“- Estou numa fase de beber a água da salsicha”
“- Depois das quatro da manhã, se for mulher melhor”
“- A última calcinha que eu vi foi a da vizinha. No varal”
“- Com esse salário eu decoro o calendário da Coréia do Norte de trás pra frente…”
“- Vou botar uma gravata pra te ouvir”
“- Não se vai pra guerra com uma escova de dentes”
“- Se caminhar fosse bom, carteiro não morria”
“- Ninguém quer saber o preço do dólar. nós não temos um dólar. Eu não recebo em dólar”

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