O meia-atacante Gabriel Mec, que chegou a ser titular do Grêmio sob comando de Luís Castro antes da parada da Copa do Mundo, segue sem ter muito espaço no atual recorte da temporada. Ele permanece apenas no banco de reservas no atual sistema proposto pela comissão técnica e a tendência é que continue assim nos próximos jogos.
Depois da vitória de virada de 2×1 sobre o São Paulo, na Arena, construída com gols de Wallace e Pavón, o técnico Luís Castro foi perguntado em coletiva de imprensa sobre Mec e garantiu que as suas escolhas são táticas e técnicas, sem ter relação com negociações.
Isso porque, nos bastidores, o Grêmio segue buscando a renovação contratual com Mec para não correr riscos de perder o jovem de graça. Ele tem contrato apenas até o segundo semestre de 2027 e recentemente teve ofertas de clubes como Hull City e Shakhtar Donetsk.
“Para colocar o Mec neste momento, teria de ser no corredor. Sai o Pavón ou o Jovane. Sai o Amuzu ou o Enamorado. A concorrência é normal. Os jogadores precisam lutar pelos lugares. Eu existo para ver a performance. Não digo que o Mec está mal, mas os outros estão bem. Dentro do modelo de jogo, outros jogadores estão à frente”, resumiu Castro, em fala recuperada por GZH.
Grêmio deve seguir atuando sem um camisa 10
Luís Castro vem gostando do atual comportamento do time com uma trinca de volantes e sem um armador de ofício. Suas escalações recentes vêm tendo Noriega, Villasanti e Nardoni, e assim deve seguir no domingo que vem, fora, diante do Atlético-MG.
“Nós estamos tentando consolidar um caminho que precisa de tempo. Esse caminho é feito com dinâmicas com dois médios nos corredores e mais um volante. Para termos esse equilíbrio, é natural que alguém jogador perca espaço dentro do que são as dinâmicas das equipes”, acrescentou o treinador.
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