Envolvido em nova polêmica nas últimas semanas, o atacante Kike Olivera rompeu o silêncio e concedeu coletiva no último sábado para dar a sua versão sobre os fatos. Ele está emprestado pelo Grêmio ao Bahia até o final desta temporada, mas tentou forçar uma saída para o Nacional, do Uruguai, o que acabou não acontecendo e ele permanecerá cumprindo contrato no time baiano.
Em meio às negociações, Olivera, que já deixou claro o desejo de jogar no Nacional, ficou de fora de vários jogos do Bahia, mas a tendência é que, com a situação resolvida, volte a ser opção para o técnico Rogério Ceni nas partidas do Brasileirão.
“Foi mais por questões familiares, que todo mundo tem problema. E quando se tem problema com a família, você quer estar cercado deles, estar protegendo-os, estar à disposição da família, que isso é o mais importante. Eu tinha um problema muito complicado lá no Uruguai, foi por isso que eu queria estar com eles, estar no entorno da minha família, foi por isso que saiu nas redes. Foi por questões familiares que eu queria estar no Uruguai”, iniciou Olivera, em fala recuperada pelo Globoesporte.
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“Eu estou muito bem, me sinto bem no clube. Agradeço ao Cadu, à comissão técnica, aos companheiros, por ter me recebido da melhor forma. Eu quero ficar aqui, e a única forma que eu saia daqui é que me tirem, porque eu quero ficar e viver aqui”, ampliou.
Nos bastidores, o Grêmio não gostou da postura de Kike Olivera e do seu staff. A leitura do clube gaúcho é que o jogador se preocupou apenas com os seus interesses e desconsiderou os outros participantes na negociação. Em nenhum momento, o Tricolor cogitou reintegrá-lo ao plantel de Luís Castro. Ele chegou a Porto Alegre no começo da temporada de 2025, quando foi comprado junto ao Los Angeles FC, dos Estados Unidos.
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