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O pensamento do Grêmio hoje sobre Renato e a fala de Odorico Roman na campanha

Pedido pela torcida, Renato Portaluppi não deve voltar ao clube neste momento

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Livre no mercado desde a saída do Vasco da Gama ainda no início da Copa do Mundo, Renato Portaluppi teve o seu nome gritado por torcedores do Grêmio na reta final da eliminação para o Bolívar, na Arena, em derrota por 1×0, nos playoffs da Sul-Americana. Ainda assim, a diretoria decidiu manter o técnico português Luís Castro, que se encontra no momento de maior pressão desde a chegada ao clube.

Sobre Renato, os atuais dirigentes do Grêmio respeitam muito a sua trajetória e o que ele construiu no clube como jogador e treinador, mas a proposta segue sendo fazer “algo diferente” do que acontecia nas últimas temporadas.

“Existe o máximo respeito pela trajetória do maior ídolo do clube, mas o entendimento é de que é preciso fazer algo diferente do que foi feito nos últimos anos, quando Renato sempre foi a solução. Luís Castro comandará o time nos jogos contra o Mirassol pela Copa do Brasil. Por enquanto, não existe a ideia de chamar Renato Portaluppi”, relatou o jornalista Eduardo Gabardo.

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Por isso, neste momento, a volta de Renato é praticamente descartada e o foco da direção é esticar a corda para ainda alcançar bons resultados com Luís Castro, que terá prova de fogo nos duelos contra o Mirassol pelas oitavas de final da Copa do Brasil. O primeiro jogo, em São Paulo, será neste domingo a partir das 18h.

O que já disse o presidente do Grêmio sobre Renato

Durante a campanha eleitoral no final de 2025, onde venceu Paulo Caleffi no segundo turno, o atual presidente Odorico Roman deu várias entrevistas falando o que pensava sobre Renato. O mandatário dizia que o treinador havia passado por uma fase estressante na sua última passagem pelo Grêmio e que deveria descansar:

“O Renato é um grande ídolo do Grêmio, um excelente jogador que marcou época, treinador vitorioso. A gente tem que avaliar que, na última passagem do Renato por aqui foi muito estressante para todos, especificamente para o Renato também, que morava longe da sua família. Nós tivemos a enchente, um episódio que foi muito desgastante”, lembrou Odorico, que completou na ocasião:

“E o Renato, quando saiu, manifestou que gostaria de descansar um pouco, estava precisando dar um tempo, voltar lá para o Rio de Janeiro, que ele ama tanto. Então, a gente tem que respeitar isso”.

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