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O pensamento claro e direto de Renato sobre o alto número de gringos no Grêmio

Elenco gremista tem uma série de jogadores nascidos fora do Brasil

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Com uma grande variedade de nacionalidades no vestiário, desde um croata e um ganês até vários sul-americanos, Renato Portaluppi terá um desafio a mais na volta para o Grêmio para comandar a atual quinta passagem. Ele, no entanto, diz encarar a situação com naturalidade e vê a vinda de estrangeiros como uma realidade muito forte no futebol brasileiro.

Para Renato, todos eles são bem-vindos, desde que entreguem dentro de campo o retorno esperado no momento de suas contratações. A cobrança, segundo ele, é igual ao tratamento em cima dos brasileiros:

“Eles precisam entender onde eles estão pisando. Eles precisam entender o clube que eles estão chegando. Eu tive conversando no CT com o Pelaipe e ele estava me mostrando as fotos nas paredes dos grandes ídolos. E eu comentei isso. Que é importante, pois quando o jogador chega ele precisa sentir o quanto o clube é grande. Tem lugar para todo mundo, seja brasileiro ou estrangeiro”, iniciou Renato.

“Eu trabalhei recentemente no Fluminense e no Vasco e eu tinha muitos os estrangeiros. Eles têm espaço, mas precisam dar retorno também. Nós nunca tivemos tantos estrangeiros nos clubes brasileiros como agora. São bem-vindos, mas vão ser cobrados igual os brasileiros. Então, depende de cada um”, acrescentou.

Renato conta com estrangeiro para domingo

Renato, inclusive, está no aguardo de um retorno decisivo para domingo envolvendo um estrangeiro. Para a sua reestreia oficial diante do Palmeiras, na Arena, a partir das 11h, ele espera escalar Francis Amuzu, que desfalcou o time nas últimas partidas por conta de lesão muscular. O atacante, porém, já voltou a treinar e deverá estar em campo.

Além do retorno de Amuzu, Renato quer o apoio intenso da torcida e sem vaias no duelo contra um dos principais times do país na atualidade:

“Uma das nossas forças é a nossa Arena e isso faz a diferença. Proibido vaiar. Peço de coração para não vaiarem. Entendo a situação, mas precisamos de energia positiva. O torcedor vai ver entrega e disposição em campo”, acrescentou.

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