
+ Marcos Rocha apontou a ansiedade como um dos problemas que mais afetam o Grêmio neste momento da temporada. Depois do empate em 1×1 com o Bahia, na Arena Fonte Nova, o lateral falou sobre a dificuldade de jogar pressionado pela tabela e pela cobrança externa. Para ele, o cenário pesa ainda mais em um elenco com muitos jovens recebendo minutos importantes. A avaliação ajuda a explicar parte da oscilação gremista no Brasileirão.
O Grêmio deixou a zona de rebaixamento com o ponto somado fora de casa, mas ainda não conseguiu se afastar da parte baixa. A equipe saiu na frente em Salvador, sofreu o empate e viu o Bahia criar chances claras na reta final. O jogo terminou com sensação de alívio e frustração ao mesmo tempo. A situação do Grêmio após o empate com o Bahia segue como assunto central no clube.
A cobrança por postura também apareceu na entrevista. Marcos Rocha foi questionado sobre a percepção de que o adversário finalizou muito e dominou momentos importantes do jogo. O lateral respondeu citando a necessidade de consistência, equilíbrio defensivo, construção mais sólida e controle emocional. Para ele, a ansiedade cria um ciclo que prejudica o desempenho dentro de campo.
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Ansiedade vira alerta no Grêmio após empate fora
O jogador também fez uma defesa da torcida gremista. Marcos Rocha afirmou que o apoio durante os 90 minutos tem sido importante, mas reconheceu que a cobrança aparece com razão em determinados momentos. O lateral colocou a responsabilidade no próprio grupo e disse que cada atleta precisa olhar para si e encontrar formas de melhorar. A ideia, segundo ele, é devolver confiança ao torcedor por meio de vitórias.
A fala ganhou força porque o Grêmio vive uma fase de reconstrução no elenco. Jovens estão sendo utilizados em meio à pressão do Brasileirão, enquanto atletas mais experientes tentam organizar o ambiente. Marcos Rocha explicou que a ansiedade não fica restrita ao gramado. Ela se espalha, volta para o jogo e atrapalha a execução do futebol.
“É trabalhando, é focando, tirando essa ansiedade. Acaba que a ansiedade dentro de campo vai para fora de campo, de fora de campo vem para dentro de campo e ninguém consegue desempenhar um bom futebol. O torcedor fica ansioso, começa a cobrança, mas a torcida do Grêmio tem feito o seu papel durante os 90 minutos. Com razão, às vezes, vem nos cobrar”, disse Marcos Rocha.
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O diagnóstico do lateral reforça o tamanho do desafio de Luís Castro. O Grêmio precisa melhorar tecnicamente, mas também precisa recuperar tranquilidade para executar melhor suas ideias. O time já demonstrou mais segurança defensiva em alguns momentos, porém ainda sofre quando precisa controlar o jogo por mais tempo. Essa oscilação mantém a torcida em estado de alerta.
Marcos Rocha também citou a importância de união no vestiário. Para ele, a fase exige foco e responsabilidade de todos, sem transformar cada erro em um peso ainda maior. A cobrança, na visão do lateral, precisa virar combustível para reação. O próximo passo é provar isso em campo, especialmente na sequência em casa.
A partir de agora, o Grêmio terá uma oportunidade clara de mudar o ambiente. A equipe precisa somar pontos, ganhar confiança e reduzir a pressão sobre os jovens. A ansiedade citada por Marcos Rocha só perde força com vitórias. Por isso, a resposta na Arena será determinante para definir o tom da reta final antes da parada.
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