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Marcos Braz, vice do Flamengo, ironiza reclamações do presidente do Inter: “Não está acostumado com finais”

Bastidores da partida decisiva de domingo pelo Brasileirão vão esquentando cada vez mais

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Em coletiva de imprensa concedida na tarde desta terça-feira, o vice-presidente de futebol do Flamengo, Marcos Braz, tratou de esquentar ainda mais os bastidores do duelo decisivo contra o Inter, no domingo, no Maracanã, em duelo que vale a liderança do Brasileirão – o colorado será campeão se sair com a vitória.

Na entrevista, o dirigente rubro-negro alfinetou o presidente colorado Alessandro Barcellos, que pediu a palavra após a vitória de domingo contra o Vasco para mostrar preocupação com a arbitragem. No domingo, Raphael Claus apitará o embate no Rio de Janeiro.

“Acho que ele não está acostumado a chegar nas finais, se empolgou um pouco. Com o maior respeito que a gente tem com o Inter, o presidente chegar e ficar gritando não adianta. A CBF está atenta, nós estamos atentos”, disparou Braz.

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Sobre Rodinei, o dirigente disse ainda não saber qual será a decisão do Inter, que precisa pagar R$ 1 milhão para o seu uso:

“A gente ainda não foi comunicado se o atleta será colocado no jogo ou não. É um atleta que tem contrato com o Flamengo, contrato longo, a gente respeita muito. Um atleta que foi campeão aqui com a gente”.

O que disse o presidente do Inter:

Logo depois da vitória diante do Vasco da Gama, Barcellos chamou coletiva e reclamou de alguns lances como o gol de Gabigol em suposto impedimento contra o Corinthians e os amarelos recentes para Cuesta e Patrick – o primeiro está suspenso diante do Fla.

“Quando a gente vê um cartão amarelo pro Patrick em uma interpretação que não é dado em lugar nenhum. Hoje, o Vasco por duas vezes simula e não é dado nem falta. Então nós precisamos falar que não aceitamos esse tipo de arbitragem”, declarou, antes de aumentar:

“Essa partida teve elementos extracampo. Quando se tem um pênalti que não existiu e o Cuesta ganha o cartão amarelo. Quando vimos, no outro jogo, um impedimento que me pareceu claro. O Inter quer jogar o seu futebol dentro de campo e fazer com que o resultado seja justo, para quem quer que seja. Agora é hora da onça beber água. Mas não vamos aceitar, de nenhuma maneira, interferências externas. Esse é nosso desejo”.

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