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Luís Castro segue como técnico do Grêmio e diz o que justifica a sua permanência

Treinador deu coletiva normalmente depois da queda para o Bolívar na Sul-Americana

COLETIVA

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Cada vez mais pressionado, o técnico Luís Castro concedeu normalmente a sua coletiva de imprensa depois da eliminação do Grêmio nos playoffs da Sul-Americana, em casa, para o Bolívar, com derrota de 1×0. Segundo ele, o que justifica a sua permanência é o “trabalho diário digno e honesto”. O próximo jogo é no domingo, 18h, fora de casa, diante do Mirassol, pela ida das oitavas da Copa do Brasil. Veja as principais falas do treinador português.

Escolha por três volantes na escalação: “As razões de ter mantido o meio de campo eram para dar estabilidade ao time. Como no último jogo tivemos isso, fizemos o mesmo. Hoje tivemos 31 finalizações e foi o jogo que mais tive finalização na minha vida. Não deixamos de atacar nem mesmo depois do gol adversário, mas sofremos instabilidade. No começo do segundo tempo, tivemos chances claras logo cedo, mas em jogos assim fica tudo mais difícil”.

Vaias da torcida: “As vaias foram para mim e não para os jogadores. Os atletas deram tudo e a torcida reconheceu. Não vamos por aí. Sobre tirar mais do time, eu já disse várias vezes. É difícil, eu sei, mas estamos recebendo novos jogadores e temos agora uma Copa do Brasil muito importante para o Grêmio. Queríamos seguir na Sul-Americana, mas sabíamos claramente que a prioridade era o Brasileirão e a Copa do Brasil”.

O que justifica a permanência no Grêmio: “O que justifica minha permanência é eu trabalhar todos os dias de forma digna e honesta”.

O sentimento: “É um sentimento de tristeza e de revolta anterior. Os 11 escanteios contra 1 deles não conta para nada quando perdemos, assim como as 31 finalizações. Mas são indicadores que mostram que estivemos por cima do jogo. Não valem nada para vocês, mas o treinador leva em conta. Os jogadores se esforçaram e buscaram o gol o jogo todo. Por isso as vaias foram para mim e não para eles”.

Grupo de jogadores: “Quem responde pelos jogadores são eles. Eu não pretendo falar por eles. Falo por mim. O que eles pensam é algo deles. O que eu posso dizer é que o grupo do Grêmio entrou em campo e teve 65% de posse de bola, 11 escanteios e 31 finalizações, a maioria dentro da área, com chances claras. Defendo sempre os meus jogadores e são pessoas dignas”.

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