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Luís Castro diz que venda de Viery não foi surpresa e cita mais dois que podem sair

Treinador se manifestou em uma nova entrevista dada à Grêmio TV no YouTube

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Em longa entrevista concedida à Grêmio TV, onde inclusive fez previsão sobre as próximas Copas do Mundo, o técnico Luís Castro falou sobre a continuidade da temporada e admitiu a necessidade da conquista de pontos no Brasileirão para um crescimento na tabela. Sobre negociações, ele destacou não ser uma surpresa a venda de Viery para a Fiorentina, da Itália.

Castro, nesta mesma linha, indicou que os jovens Gabriel Mec e Pedro Gabriel podem seguir destino semelhante em breve: “Não é surpresa o Viery ter ido, ou fala-se no Mec, ou no Pedro Gabriel, em outros jogadores, porque foi assim que o projeto foi apresentado”, disse, em fala recuperada por Zero Hora.

“Este período foi muito bom para trabalharmos em campo e para trabalharmos algumas das ideias do ofensivo, defensivo, transições e esquemas táticos. Estamos numa posição na tabela que não gostamos. Vamos tentar sair daquela zona o mais rápido possível”, ampliou.

O primeiro desafio do Grêmio na tentativa de subir na tabela já é nesta sexta-feira, fora de casa, diante do Mirassol. O meia Gabriel Mec, mesmo com negociações em andamento, está relacionado e deve ser utilizado. Veja aqui a provável escalação das duas equipes para este embate.

Mais falas de Luís Castro nesta entrevista:

A nossa torcida vive o jogo de forma apaixonada. Formamos uma parceria fantástica ao longo do jogo. No fim, as manifestações podem acontecer. Mas no outro jogo os torcedores estão lá outra vez com a mesma paixão. Não é surpreendente, pois quando eu vim eu já conhecia o Grêmio. Mas confirmei tudo isso ao chegar e fico feliz por como vivem o Grêmio

O projeto é apaixonante, mas de grande risco. Todos sabem disso. Eu assumi dentro de mim que era um projeto de risco no Grêmio. Não era uma equipe já feita para dar continuidade. Não ficamos no 3° ou 4° lugar no ano anterior. Com isso, precisávamos dar contexto aos jogadores que vinham da base. Tivemos problemas na primeira parte que nos obrigaram a isso

Se fosse para viver em zona de conforto, escolheria outra coisa. Escolhi ser treinador por outras razões. E não falo isso porque agora sou treinador do Grêmio. Quando eu treinava na quarta divisão eu pensava o mesmo. Eu olhava para a montanha que eu teria que escalar até um dia disputar a Champions. E um dia ouvi o hino da Champions contra o City do Guardiola. E recordei tantos desafios que passei

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