
CRITICOU
+ Lisca, velho conhecido da torcida do Inter, não ficou nada satisfeito com a primeira amostra da Seleção Brasileira, do técnico italiano Carlo Ancelotti, no empate em 1×1 com o Marrocos na estreia na Copa do Mundo no último sábado. Para ele, o Brasil não demonstra “nada” coletivamente e os volantes ficaram sobrecarregados nesta partida.
“Meu amigo, sozinho, tu pode botar o p… da marcação que não vai adiantar nada. O Casemiro tinha que marcar o meia, que vinha para dentro, aí vinha os dois volantes sozinhos para cima dele e do Bruno Guimarães. Superioridade numérica e posicional o tempo inteiro. Não tem ajuda de marcação, não tem cobertura, que sistema defensivo é esse? Nada, nós não temos nada. Nada, coletivamente. Quando o Vini Jr pega a bola e sai correndo e vem quatro caras marcando ele, pode saber que tem alguma coisa errada”, disse Lisca, no programa “Hospício”, no YouTube, ao lado de Duda Garbi e Rica Perrone.
“O Cunha, no fim do jogo, pegava a bola e arrastava, arrastava de qualquer jeito. Nós não tínhamos uma combinação, abertura, preenchimento de espaço, penetração na última linha. Coletivamente, nós não temos nada. Na Seleção Brasileira, todo mundo tem que se adaptar para fazer um time coletivamente forte. Se Raphinha e Vini Jr não quiserem marcar e não vierem junto botar a b… no chão, não vai dar”, acrescentou Lisca.
Pressionado depois da estreia, o técnico Carlo Ancelotti cogita fazer mudanças no time titular para o segundo jogo do Brasil na Copa, que será nesta sexta-feira, 21h30, diante do Haiti. Nomes como Ibañez, Lucas Paquetá e Igor Thiago correm risco e podem dar lugar a outros.









