A moral de Renato Portaluppi voltou a subir na imprensa depois de levar o Grêmio à final da Copa do Brasil, algo que foi atingido depois do empate em 1×1 fora de casa contra o Atlético-MG neste sábado. Um dos comentários mais marcantes na repercussão do jogo foi feito pelo jornalista e comentarista Eric Faria, que chegou a sugerir uma segunda estátua para o treinador no pátio da Arena.
Eric, atualmente comentarista do SporTV, citou outros grandes ícones do futebol brasileiro, mas destacou que só Renato conseguiu construir idolatria como treinador no mesmo clube que brilhou como atleta:
“Há nomes importantes na história de um clube. Há nomes grandes na história de um clube. Há ídolos que valem muitas páginas na história de um clube. E existe a relação entre Grêmio e Renato. Eu me arrisco a dizer que no Brasil é algo único”, iniciou o jornalista.
“Pelé e Santos. Zico e Flamengo. Rogério Ceni e São Paulo. Roberto Dinamite e Vasco. Sécrates e Corinthians. E outros tantos… todos fantásticos dentro de campo. Lendas. Legendas. Renato também o foi. Mas só ele conseguiu também construir uma carreira vencedora como técnico onde é o maior jogador”, acrescentou.
“São 14 finais, 10 títulos, incluindo uma Conmebol Libertadores e uma Copa do Brasil. O Renato deveria ter DUAS ESTÁTUAS. Além da que já existe como jogador, ele merece uma estátua como professor”.

Declarações de Renato depois de Atlético-MG 1×1 Grêmio:
“Dei muita moral e confiança para os jogadores. Eles têm capacidade para conseguir as vitórias e os resultados que interessam. Enfrentamos um grande rival, com pressão grande, na casa deles, sabíamos que teria sofrimento. Mas aos poucos fomos entrando no jogo e corrigimos algumas coisas no intervalo”
“Eu falei para o grupo que a torcida do Atlético-MG era muito forte. A gente escutaria o ‘eu acredito’ desde a chegada ao estádio. Eles acreditavam, mas nós também. Soubemos sofrer e sabíamos que isso iria acontecer”
“Cheguei há 45 dias, numa turbulência muito grande e a gente tem dado a volta por cima. Com o passar dos anos, ficamos mais experientes. O trabalho não muda muito não. Seguimos trabalhando em busca dos nossos objetivos”









