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Renato se diz orgulhoso do grupo do Grêmio e valoriza trabalho: “Resposta está aí”

Treinador disputará em breve mais uma final de Copa do Brasil com o Tricolor

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O técnico Renato Portaluppi se disse muito “orgulhoso” do elenco do Grêmio depois do empate em 1×1 diante do Atlético-MG, fora de casa, que gerou a classificação à grande final da Copa do Brasil em jogo único, em Brasília, dia 6, contra o vencedor de Vasco x Palmeiras. Acompanhe abaixo as principais falas do treinador gremista depois do confronto deste sábado em Minas Gerais:

Importância da classificação: “Dei muita moral e confiança para os jogadores. Eles têm capacidade para conseguir as vitórias e os resultados que interessam. Enfrentamos um grande rival, com pressão grande, na casa deles, sabíamos que teria sofrimento. Mas aos poucos fomos entrando no jogo e corrigimos algumas coisas no intervalo. Depois, jogamos de igual para igual, mesmo com a pressão deles. Valeu a garra e o empenho. É isso que o torcedor quer e isso não tem negociação. A entrega é total. Parabenizei o grupo no vestiário e eu estou muito orgulhoso deles, estão honrando a camisa do clube”.

Marlon e Kannemann: “Todos querem jogar, todos precisam estar pontos, a qualquer momento podem jogar, seja por cartão, lesão, mudança tática. O Marlon tratou durante a semana, estava com a panturrilha inchada, tomou remédio, se sacrificou. E o Kannemann é o Kannemann. Um vitorioso, guerreiro, o grupo adora ele, eu também. Ele é a alma do grupo. Um cara de decisão e que se entrega totalmente. A liderança dele é muito importante para nós”.

Pressão da torcida rival: “Eu falei para o grupo que a torcida do Atlético-MG era muito forte. A gente escutaria o ‘eu acredito’ desde a chegada ao estádio. Eles acreditavam, mas nós também. Soubemos sofrer e sabíamos que isso iria acontecer. Conseguimos competir com o adversário, que tem grandes jogadores. Sempre acreditei no meu trabalho e no meu grupo”.

Mais sobre o trabalho: “Cheguei há 45 dias, numa turbulência muito grande e a gente tem dado a volta por cima. Com o passar dos anos, ficamos mais experientes. O trabalho não muda muito não. Seguimos trabalhando em busca dos nossos objetivos”.

Brasileirão: “Conseguimos alguns resultados importantes no Brasileirão e a cada três dias temos que matar um leão. Algumas pessoas me criticaram no jogo contra o Flamengo, mas eu sei o que eu faço, eu sou pago para pensar, as pessoas precisam entender isso e eu me considero muito inteligente. Quem muito quer, nada tem. Eu sabia que eu precisava descansar jogadores e não perder ninguém para jogar contra o Bahia depois. Será que um jornalista entende mais que o treinador? Com todo respeito a todos eles. E a resposta está aí”.

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