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Eduardo Baptista fala em “gol da esperança” no Inter e sente alívio: “Um peso importante”

Os principais detalhes da coletiva de imprensa depois de Inter 1x0 Coritiba

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Com gol de pênalti de Alerrandro nos acréscimos do segundo tempo, o Inter venceu o Coritiba por 1×0 no Beira-Rio nesta terça-feira e conseguiu, momentaneamente, deixar a zona do rebaixamento do Brasileirão. O resultado representou um grande alívio admitido pelo técnico Eduardo Baptista, que usou termos em coletiva como “gol da esperança” e “peso do tamanho do Beira-Rio”. Veja as suas principais falas pós-jogo:

Festa da torcida e dificuldades no 1° tempo: “Primeiro, agradecer o torcedor. Impressionante o que os colorados fazem. Eles abraçaram a equipe. Isso foi tema da minha palestra hoje. A gente via os ingressos comprados e eu falei para o grupo que eles estavam acreditando. É o gol da esperança, da vida, de quem luta. Mesmo tecnicamente as coisas não acontecendo, você não desiste nunca. Neste momento, eu vejo o Inter muito forte. Já fizemos partidas melhores e hoje fomos até a alma. Iniciamos o jogo mais nervosos do que o habitual e demoramos uns 20 minutos para entrar no jogo. Mas a nossa equipe brigou muito e esse é o espírito que tem que ser”.

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Escolha por Carbonero no início: “Como eu já disse, eu não largo a mão de ninguém. Tenho conversado com o Carbonero sobre a característica dele e para ele se enquadrar dentro do que a gente pensa. Alguns jogos não se desenharam para ele entrar. Mas a oportunidade iria chegar. O Coritiba faria uma linha mais baixa e isso aconteceu na metade do primeiro tempo. Antes não tivemos tanto a bola. Já o Bernabei é um cara de espaço. Eu precisava do cara do drible, do individual e do enfrentamento. Foi essa a estratégia inicial”.

Os planos na chegada ao Inter: “Eu tinha dois planos quando eu cheguei no Inter. O primeiro era fazer o Beira-Rio forte. Esse é o caminho para sairmos dessa situação. O Inter voltar a ser respeitado aqui. O outro plano era que eu tinha jogadores de qualidade, que eu já tinha enfrentado, mas que eu precisava potencializar eles. Eu tinha que fazer eles acreditarem mais ainda. O Juninho, hoje, deve ter tirado umas 40 bolas de cabeça. Foi um guerreiro. E, com o Alerrandro, é um trabalho constante. Ele vem ajudando. Eu sempre falei: ‘O seu gol vai sair na hora que a gente mais vai precisar’. E foi hoje. Olhei para o céu e isso nos deixa feliz”.

Peso e alívio da vitória: “Sai um peso do tamanho do Beira-Rio. Um peso importante e eu sabia disso. Essa semana foi a primeira semana que eu senti todos muito tensos. Concentrados, mas em um clima de decisão. Fizemos um jogo bom no Rio de Janeiro e a sensação de indignação foi muito forte. Um ponto lá nos dava força. Contra o Coritiba, um início nervoso. Mas foi fundamental o resultado. Precisávamos de cinco vitórias em casa, já foram três e faltam duas”.

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