Edenilson admite ter jogado com dores e brinca sobre peso do pênalti aos 52: “Parecia bola de boliche”

Confira mais detalhes da entrevista do autor do gol da vitória do Inter sobre o Grêmio neste domingo

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Fosse um jogo normal, de início de campeonato e sem tanto valor para a tabela, Edenilson dificilmente seria escalado neste domingo. Com desgaste muscular acusado no último treino, o camisa 8 precisou tratar até a última hora para estar em campo e ajudar, com o gol decisivo, na vitória de virada de 2×1 sobre o Grêmio, no Beira-Rio.

Em coletiva de imprensa concedida após o triunfo, que foi o 8° seguido no certame e deixou o time isolado com 62 pontos na liderança, o volante admitiu as dores e falou do “alívio” pela quebra de 11 clássicos sem vitórias:

“Sentimento é um pouco de alívio pela situação que a gente vive e dos últimos Gre-Nais. Incomodava essa situação de não vencer os clássicos. Eu tive, sim, um incômodo no último treino. Parecia um desgaste. Mas o pessoal da fisioterapia e do departamento médico ajudou no tratamento pré-jogo. Esse tipo de jogo de reta final não tem como ficar de fora. Todos querem jogar e temos um grupo excelente. Temos mais seis jogos pela frente agora, um mais difícil que o outro”, comentou o jogador.

Sem Galhardo em campo, Edenilson chamou a responsabilidade aos 52 minutos do segundo tempo e se apresentou para cobrar o decisivo pênalti. Deslocou com facilidade o arqueiro rival Vanderlei, mas admitiu – e se divertiu – ao falar do quanto estava pesando a bola naquele instante:

“Parecia uma bola de boliche (risos). Mas não dá pra pensar muita coisa naquela hora do pênalti. Desde que o Galhardo se machucou, eu passei a treinar mais pênaltis. Nos jogos ele vinha batendo. E eu tenho um aproveitamento bom nos treinos. Estudei alguns vídeos do Vanderlei e eu estava confiante para bater”, acrescentou.

Edenilson e os demais jogadores colorados terão a semana inteira para treinar visando o duelo do próximo domingo, também em casa, frente ao Bragantino.

Confira outras declarações de Edenilson em sua coletiva após o Gre-Nal:

“Eu sempre falei no coletivo, no grupo, no trabalho de nós todos. Meu melhor momento da carreira eu vivo no Inter, uma regularidade muito grande. Me omitir não vou jamais, de jogar, de marcar”
.
“Temos que manter nossos pés no chão. Concordo que às vezes não jogamos tão bem, mas a persistência vem fazendo conseguirmos bons resultados”
.
“Quando eu olhei só vi a bola batendo no braço dele. Nós temos o VAR, lógico que alguém sempre vai reclamar quando tiver um pênalti contra. Mas se o VAR não marcou, tem alguma procedência”

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