
VEJA MAIS
Um abatido e desolado Luís Castro surgiu na sala de imprensa da Arena na última quinta-feira depois da inesperada eliminação do Grêmio para o Bolívar, nos playoffs da Sul-Americana, com derrota de 1×0. Ele, claro, precisou explicar o tamanho do fracasso e foi pressionado pelos jornalistas, mas não saiu do tom e tentou pregar palavra de otimismo para o que vem pela frente na temporada.
O que segue segurando o seu trabalho é o dia a dia, que é visto como muito bom em todos os sentidos: conceitos, aplicações e relações humanas, tanto com os jogadores como também com todos os funcionários do CT. Ainda assim, ele balança no cargo e sabe da necessidade de uma resposta imediata.
Castro tem o grupo de jogadores como principal aliado e os atletas seguem “fechados” com o trabalho. Nos bastidores, eles entendem que a mudança tem que partir deles próprios ou virá um novo treinador e os problemas seguirão.
+ Sempre ele! Suárez, ex-Grêmio, marca golaço do “meio da rua” em empate na MLS; assista
“Obviamente que a gente sabe que o futebol é feito de confiança. Se as coisas não estão correndo bem é porque a confiança não está inserida lá. Estamos sem confiança. Fizemos um primeiro tempo muito ruim, nos custou caro. O futebol é feito de confiança”, disse o centroavante Carlos Vinícius recentemente.
Duelos contra o Mirassol serão decisivos para Castro no Grêmio
Diante de um contexto de pressão e de insatisfação crescente da torcida, Luís Castro tem este domingo e a próxima quarta-feira como decisivas para a continuidade ou não do seu trabalho. Ele precisará dar resposta diante do Mirassol pelas oitavas de final da Copa do Brasil, iniciando neste domingo, 18h, fora de casa.
+ Árbitro volta ao Beira-Rio após atrito com dirigente do Inter e polêmica em jogo do Grêmio









