A diretoria do Inter esteve reunida de forma virtual com a CBF nesta semana para entender a marcação da arbitragem de Lucas Casagrande em lances pontuais na derrota de 2×1 para o Fluminense, no Rio de Janeiro, há duas rodadas do Brasileirão. Depois do específico jogo no Maracanã, o presidente colorado Alessandro Barcellos chegou a falar em “assalto”.
A CBF reconheceu que Ronaldo não cometeu falta em Thiago Silva em uma das primeiras reclamações do Inter no jogo. Logo, o VAR poderia ter sido acionado para avaliar um possível pênalti do experiente zagueiro do time carioca.
“A falta do Renê era de vermelho. Depois, o puxão de camisa, que desde que eu nasci é amarelo. E ele não fez nada. Tanto é verdade que a primeira substituição depois disso foi tirar o Renê. Estamos na reta final e precisamos dos melhores árbitros. Não adianta baixar o tom e tentar construir relação de parceria no futebol brasileiro se a arbitragem só piora. Aí não adianta. Desculpe o desabafo, mas este é o tom do nosso vestiário hoje”, reclamou Alessandro Barcellos depois daquela partida.
Em seguida, a entidade também admitiu que o lateral-esquerdo Renê deveria ter sido expulso pelo segundo amarelo não dado em falta em Bruno Gomes. No primeiro lance, em entrada de Renê no tornozelo de jogador colorado, a CBF concordou com a marcação da arbitragem de amarelo.
O Inter chegou a abrir o placar no segundo tempo com Alan Patrick, mas não sustentou a vantagem e acabou levando 2×1 no último lance do jogo. Na rodada seguinte, venceu o Coritiba por 1×0 com gol de Alerrandro de pênalti em casa.









